O que acontece quando os créditos acabam no Zugo?
O que acontece quando os créditos acabam no Zugo?
A geração para. O resto continua. O projeto publicado segue no ar no endereço dele, o domínio próprio continua apontando, os dados no Supabase e as cobranças no Stripe seguem funcionando, e o código continua seu para exportar. Crédito paga o construtor para produzir, então zerar pausa construção e edição, não o que já existe.
Essa distinção é a resposta inteira, e vale ser preciso nela. Em ferramenta hospedada, "bater no limite" costuma significar que alguma coisa apaga. Aqui significa que o medidor que paga a geração chegou a zero, e mais nada.
O que para na hora em que o saldo chega a zero?
Param as ações em que o construtor gera alguma coisa. Uma construção nova custa 6 créditos, uma edição em construção existente custa 3, e uma plataforma multipágina custa 12 nas três primeiras páginas mais 3 por página depois. O modo Hi-Fi dobra a construção e a edição.
Essas são todas as alavancas, e elas são publicadas antes em vez de medidas por consumo interno. Isso significa que dá para planejar uma semana de trabalho no papel antes de gastar qualquer coisa. O que você não faz com saldo zerado é pedir geração nova até renovar o ciclo ou subir de plano.
Todo o resto segue igual porque nunca foi cobrado por ação. Hospedar o projeto publicado, apontar um domínio para ele, ler o próprio código e usar as contas de serviço que você mesmo configurou continuam funcionando. Os conectores são seus: o projeto do Supabase vive na sua conta do Supabase, e o Stripe processa pagamento pela sua conta, independentemente de qualquer saldo aqui.
O site publicado sai do ar?
Não. Um projeto publicado em seuprojeto.zugo.run continua sendo servido, e um domínio próprio ligado a ele continua resolvendo normalmente. O visitante não tem como saber qual é o seu saldo, e a página também não sabe.
Isso importa principalmente para quem usa o construtor em trabalho de cliente ou em oferta no ar. Uma página de campanha rodando anúncio não tem um batimento cardíaco de assinatura por trás. Ficar sem crédito no meio do mês significa que você não muda a página naquela semana, não que a campanha para.
Se você quer uma garantia mais forte que qualquer promessa de hospedagem, leve o código. A exportação para o GitHub coloca o projeto inteiro em um repositório na sua conta, e a partir daí a sobrevivência dele não tem relação nenhuma com assinatura. A mecânica está em dá para exportar o código.
Até onde vão 200 créditos por mês?
O Pro custa $25 por mês e inclui 200 créditos. A conta abaixo é o teto honesto de cada ação isolada, que não é como ninguém trabalha de verdade, mas serve para enquadrar o orçamento do mês.
| Ação | Custo | Se você gastasse tudo só nela |
|---|---|---|
| Construção de site, app ou jogo | 6 créditos | 33 construções |
| Edição em uma construção existente | 3 créditos | 66 edições |
| Plataforma multipágina, três primeiras páginas | 12 créditos | 16 plataformas |
| Cada página além das três primeiras | 3 créditos | Somada por cima da plataforma |
| Construção em Hi-Fi | 12 créditos | Metade das construções normais |
| Edição em Hi-Fi | 6 créditos | Metade das edições normais |
Projeto de verdade mistura tudo. Um mês típico costuma ser uma plataforma, um punhado de páginas extras e uma cauda longa de edições enquanto o texto assenta. O Business custa $99 por mês para quem gera em ritmo maior, normalmente agência ou time.
O ritmo do gasto também depende de como você trabalha. Dez edições de uma linha custam bem mais que uma edição que lista dez mudanças, então juntar pedidos é a maior economia disponível. Isso está detalhado em como editar depois de gerar.
E os 5 créditos do plano gratuito?
Aqui está a conta desconfortável, dita em vez de escondida: o plano gratuito dá 5 créditos e uma construção custa 6. Uma conta nova não completa uma construção inteira só com o que ganhou. Isso é uma restrição real, e fingir o contrário faria você perder uma noite.
Para o que o plano gratuito serve de verdade é para olhar em volta. Dá para ver a interface, abrir os 25 modelos incluindo os 5 de jogo, entender como o extrato de créditos funciona e decidir se o formato da ferramenta combina com você antes de qualquer dinheiro trocar de mão.
Se você quer avaliar a qualidade do resultado, o conselho honesto é reservar um mês de Pro em vez de espremer um veredito de 5 créditos. Um mês com 200 créditos dá para construir a coisa de verdade, quebrar, consertar e saber se ela merece lugar no seu dia. A discussão completa está em o Zugo é realmente gratuito.
Como não queimar crédito à toa?
Cinco hábitos, na ordem aproximada do quanto cada um economiza.
Escreva o briefing inteiro antes da primeira construção. Uma construção feita a partir de uma frase vaga custa os mesmos 6 créditos de uma feita a partir de um parágrafo claro, e a vaga precisa de mais edições depois.
Junte as mudanças. Acumule a lista de correções e gaste uma edição em todas. Três edições separadas para corrigir três erros de digitação é o gasto evitável mais comum que existe.
Converse antes de mandar construir. O modo de planejamento serve para acertar o escopo sem gerar nada, e responder pergunta de esclarecimento não consome saldo. Cinco minutos ali costumam poupar duas edições depois.
Comece de um modelo quando houver um que sirva. São 25, sendo 5 de jogo, e partir de um ponto mais perto do destino significa menos edições corretivas no caminho.
Decida o número de páginas antes de construir a plataforma. Doze créditos cobrem as três primeiras e cada uma depois custa 3, então saber de antemão que você precisa de seis páginas sai mais barato que descobrir isso em três rodadas separadas.
O que conferir na conta em vez de supor?
Duas coisas, porque são detalhes de cobrança que mudam e é melhor apontar para a fonte do que repetir um número que envelhece. Se as sobras de um ciclo passam para o seguinte e em que dia exato a mensalidade renova pertencem à página de planos e à sua conta, não a um texto de blog.
Leia as condições vigentes lá antes de planejar uma construção grande em cima de uma data de renovação. Isso vale especialmente para quem trabalha com prazo de cliente, porque descobrir a data errada é perder a semana.
O mesmo vale para uma tentativa que não deu certo. Construção que falha não é cobrada, e a construção passa por uma sandbox antes de chegar até você: a que não abre não é entregue. Ainda assim, se um número parecer estranho, confira o extrato na sua conta e trate como uma conversa de suporte com um caso específico anexado.
Quais são os limites honestos aqui?
Crédito é uma restrição de verdade, não uma restrição de fachada. Um mês em que o plano seca na segunda semana é um mês em que o projeto espera, e nenhum planejamento remove isso se o escopo foi subestimado desde o começo.
A mitigação não é um número maior, é o caminho de saída. Como o código pode ir embora para um repositório seu, um teto de crédito limita a velocidade com que você gera, não se você continua dono do que gerou. Esse é um tipo de limite bem diferente do que segura o seu trabalho como refém.
Vale também dizer o que o saldo não compra: acerto na primeira tentativa. Duzentos créditos gastos em pedidos vagos rendem menos que sessenta gastos em pedidos específicos, e essa diferença é maior que a diferença entre dois planos.
Qual é o próximo passo?
Meça em vez de estimar. Construa uma página real, anote o saldo antes e depois, e planeje o mês a partir de um número que você viu em vez de um que você chutou. Comece em zugo.dev e faça essa conta com o seu próprio projeto, que é o único que interessa.