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Não gostei do que a IA gerou: o que fazer agora?

Não gostei do que a IA gerou: o que fazer agora?

Diga o que está errado em uma frase e rode uma edição. Ela custa 3 créditos e muda a construção existente em vez de substituí-la, então texto, layout, cor e ordem das seções saem baratos. Reconstruir do zero por 6 créditos é para quando a direção inteira estava errada, não para um título de que você não gostou.

O reflexo mais comum é reescrever o pedido original e gerar tudo de novo. Esse costuma ser o caminho caro, e ele joga fora as partes que já estavam boas. O resto deste texto separa as reclamações comuns pelo que realmente conserta cada uma.

Qual é o conserto mais barato para cada reclamação?

Comece nomeando o sintoma, porque a resposta certa varia mais do que as pessoas esperam. Um pedido de "melhora isso aí" gasta crédito sem mover nada de lugar, e ainda deixa você sem saber se funcionou.

O que está errado Conserto mais barato Custo
Texto errado, tom errado, erro de digitação Uma edição listando todas as mudanças de texto 3 créditos
Cor, espaçamento ou peso da tipografia Uma edição descrevendo o visual que você quer 3 créditos
Falta uma seção, ou ela está fora de ordem Uma edição nomeando a seção e a posição dela 3 créditos
Parece inacabado para uma página que o cliente vai ver Edição em Hi-Fi 6 créditos
O conceito inteiro errou o alvo Reconstruir a partir de uma descrição reescrita 6 créditos
Precisa de mais páginas do que você pediu Plataforma multipágina 12 créditos nas três primeiras, 3 por página depois
Você quer outro ponto de partida Clonar um dos 25 modelos e ajustar Clonar não custa nada, 3 por edição

O padrão dessa tabela merece ser dito em voz alta: quase tudo é edição. Os casos que justificam recomeçar são aqueles em que a descrição estava errada, não aqueles em que o resultado precisa de correção.

Por que reclamação específica funciona melhor que reclamação geral?

Porque "não gostei" não contém instrução nenhuma. O construtor tem a sua descrição original e a construção atual, e mais nada. Uma reclamação genérica o obriga a adivinhar qual de cem decisões você quis dizer, e o palpite custa os mesmos 3 créditos de uma instrução certeira.

Compare dois pedidos. "Deixa a capa mais profissional" pode significar a foto, o título, a cor, o espaçamento ou a fonte. "Troca a foto da capa por um fundo escuro liso, encurta o título para seis palavras e sobe o botão para antes da dobra" muda exatamente três coisas que você consegue conferir.

O segundo pedido ainda dá algo que o primeiro não dá: um jeito de saber se deu certo. Quando a edição nomeia resultados específicos, revisar leva meio minuto. Quando ela nomeia uma sensação, você entra num ciclo de ajustes em que ninguém sabe dizer quando acabou.

Juntar mudanças é a outra metade disso. Uma edição que lista oito mudanças custa 3 créditos, e oito edições separadas custam oito vezes isso. Reúna a lista inteira antes de gastar, e gaste uma vez só. A mecânica completa está em como editar depois de gerar.

E quando o resultado está genérico, e não errado?

Essa é outra reclamação e tem outro conserto. Nada está quebrado, a página só não tem personalidade, e o motivo quase sempre é que a descrição não trazia nenhuma informação que distinguisse você de mais ninguém.

Um briefing que diz "uma landing page moderna para uma consultoria" descreve dez mil páginas. Um que nomeia o público, a única coisa que você quer que o visitante faça, as cores que a sua marca já usa e uma referência que você admira produz algo com opinião dentro. O gerador está preenchendo um vazio, e o que entra nesse vazio é escolha sua.

Duas alavancas ajudam aqui. O modo Hi-Fi sobe o nível de acabamento pelo dobro do preço, o que compensa em página que um cliente vai ver e desperdiça em rascunho que ninguém vai olhar. E clonar um dos 25 modelos dá uma estrutura com ponto de vista em vez de uma folha em branco. A discussão mais larga está em sites feitos com IA são todos iguais.

Dá para voltar para uma versão anterior?

Dá, e essa é a saída que mais gente esquece que existe. O projeto guarda as construções anteriores no histórico, e restaurar devolve a prévia para aquele estado. A edição seguinte continua a partir dali, então você não perde o caminho por ter tentado uma ideia que não colou.

Isso muda o jeito de trabalhar. Se voltar é barato, experimentar fica barato também, e vale pedir a versão ousada antes da versão segura. O medo de estragar o que já estava bom é o que faz muita gente ficar em ajustes tímidos que gastam crédito sem mudar nada.

Antes de uma edição grande, olhe se a versão atual é aquela para a qual você gostaria de voltar. Se for, você tem uma rede embaixo e pode pedir a mudança de verdade em vez da mudança pela metade.

Quando reconstruir em vez de editar?

Quando a discordância é sobre o que a coisa é, e não sobre como ela está. Três sinais, e se dois forem verdadeiros, pare de editar.

A sua descrição estava errada. Você pediu um portfólio e precisava de uma loja. Nenhuma sequência de edições chega barato a um produto diferente, e uma reconstrução por 6 créditos sai menos que três edições corretivas.

Você já rodou quatro edições e ainda não está perto. Isso é problema de briefing fantasiado de problema de resultado. Escreva a descrição de novo do zero, incluindo o que você não gostou na tentativa anterior, e construa fresco.

A estrutura está errada, e não o conteúdo. Uma página só que deveria ter sido cinco é uma reconstrução como plataforma, a 12 créditos nas três primeiras páginas mais 3 por página depois, e não uma edição que espreme mais coisa na mesma página.

Antes de reconstruir, escreva a nova descrição num arquivo de texto e leia em voz alta. Se ela não descrever a coisa que você quer para alguém que nunca ouviu falar do seu projeto, outra construção também não vai resolver isso. O que faz um pedido funcionar está em como escrever um bom prompt.

Quantas edições são demais?

Não existe número mágico, existe um sinal. Se duas edições seguidas mudaram alguma coisa e nenhuma delas te aproximou do que você queria, o problema não está no resultado, está na sua ideia do resultado.

Nesse ponto o movimento barato é parar de gastar e escrever, em duas frases, como a página certa se pareceria. Se essas duas frases saírem fáceis, a próxima edição resolve. Se não saírem, mais edições só vão distribuir o gasto por um alvo que ainda não existe.

Vale também separar acabamento de direção. Ajuste de espaçamento, sombra e tamanho de fonte pode virar um poço sem fundo, e quase nunca é o que decide se a página funciona. Direção primeiro, polimento por último, e o polimento com hora marcada para acabar.

O que nenhuma edição vai consertar?

Foto ruim. O construtor melhora layout e texto, e não melhora a imagem que você subiu. Página bem construída em cima de foto fraca continua parecendo fraca, e essa é a correção mais barata que existe fora da ferramenta.

Oferta que não está clara na sua cabeça. Se você não sabe dizer para quem serve e por que alguém pagaria, nenhuma versão da página vai dizer isso por você. Isso é trabalho de posicionamento, não de geração.

Regra de negócio muito específica em um pedido só. Condição encadeada, permissão por perfil e cálculo com exceção chegam por edições sucessivas, uma regra de cada vez. Em produto realmente complexo o Zugo não substitui um time de desenvolvimento, e essa fronteira aparece cedo.

Por onde recomeçar?

Escolha uma linha da primeira tabela, escreva o pedido correspondente com nomes e números concretos, e rode uma edição só. Depois olhe o resultado no celular antes de decidir qualquer outra coisa. Se preferir começar de novo com uma base melhor, abra a galeria em zugo.dev e clone o modelo mais perto do que você quer, que clonar não custa crédito nenhum.

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