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Não gostei do que a IA gerou: o que fazer agora?

Não gostei do que a IA gerou: o que fazer agora?

Diga o que está errado em uma frase e rode uma edição. Ela custa 300 créditos e muda a construção existente em vez de substituí-la, então texto, layout, cor e ordem das seções saem baratos. Reconstruir do zero por 600 créditos é para quando a direção inteira estava errada, não para um título de que você não gostou.

O reflexo mais comum é reescrever o pedido original e gerar tudo de novo. Esse costuma ser o caminho caro, e ele joga fora as partes que já estavam boas. O resto deste texto separa as reclamações comuns pelo que realmente conserta cada uma.

Qual é o conserto mais barato para cada reclamação?

Comece nomeando o sintoma, porque a resposta certa varia mais do que as pessoas esperam. Um pedido de "melhora isso aí" gasta crédito sem mover nada de lugar, e ainda deixa você sem saber se funcionou.

O que está errado Conserto mais barato Custo
Texto errado, tom errado, erro de digitação Uma edição listando todas as mudanças de texto 300 créditos
Cor, espaçamento ou peso da tipografia Uma edição descrevendo o visual que você quer 300 créditos
Falta uma seção, ou ela está fora de ordem Uma edição nomeando a seção e a posição dela 300 créditos
Parece inacabado para uma página que o cliente vai ver Edição em Hi-Fi 600 créditos
O conceito inteiro errou o alvo Reconstruir a partir de uma descrição reescrita 600 créditos
Precisa de mais páginas do que você pediu Plataforma multipágina 1.200 créditos nas três primeiras, 3 por página depois
Você quer outro ponto de partida Clonar um dos 38 modelos e ajustar Clonar não custa nada, 3 por edição

O padrão dessa tabela merece ser dito em voz alta: quase tudo é edição. Os casos que justificam recomeçar são aqueles em que a descrição estava errada, não aqueles em que o resultado precisa de correção.

Por que reclamação específica funciona melhor que reclamação geral?

Porque "não gostei" não contém instrução nenhuma. O construtor tem a sua descrição original e a construção atual, e mais nada. Uma reclamação genérica o obriga a adivinhar qual de cem decisões você quis dizer, e o palpite custa os mesmos 300 créditos de uma instrução certeira.

Compare dois pedidos. "Deixa a capa mais profissional" pode significar a foto, o título, a cor, o espaçamento ou a fonte. "Troca a foto da capa por um fundo escuro liso, encurta o título para seis palavras e sobe o botão para antes da dobra" muda exatamente três coisas que você consegue conferir.

O segundo pedido ainda dá algo que o primeiro não dá: um jeito de saber se deu certo. Quando a edição nomeia resultados específicos, revisar leva meio minuto. Quando ela nomeia uma sensação, você entra num ciclo de ajustes em que ninguém sabe dizer quando acabou.

Juntar mudanças é a outra metade disso. Uma edição que lista oito mudanças custa 300 créditos, e oito edições separadas custam oito vezes isso. Reúna a lista inteira antes de gastar, e gaste uma vez só. A mecânica completa está em como editar depois de gerar.

E quando o resultado está genérico, e não errado?

Essa é outra reclamação e tem outro conserto. Nada está quebrado, a página só não tem personalidade, e o motivo quase sempre é que a descrição não trazia nenhuma informação que distinguisse você de mais ninguém.

Um briefing que diz "uma landing page moderna para uma consultoria" descreve dez mil páginas. Um que nomeia o público, a única coisa que você quer que o visitante faça, as cores que a sua marca já usa e uma referência que você admira produz algo com opinião dentro. O gerador está preenchendo um vazio, e o que entra nesse vazio é escolha sua.

Duas alavancas ajudam aqui. O modo Hi-Fi sobe o nível de acabamento pelo dobro do preço, o que compensa em página que um cliente vai ver e desperdiça em rascunho que ninguém vai olhar. E clonar um dos 38 modelos dá uma estrutura com ponto de vista em vez de uma folha em branco. A discussão mais larga está em sites feitos com IA são todos iguais.

Dá para voltar para uma versão anterior?

Dá, e essa é a saída que mais gente esquece que existe. O projeto guarda as construções anteriores no histórico, e restaurar devolve a prévia para aquele estado. A edição seguinte continua a partir dali, então você não perde o caminho por ter tentado uma ideia que não colou.

Isso muda o jeito de trabalhar. Se voltar é barato, experimentar fica barato também, e vale pedir a versão ousada antes da versão segura. O medo de estragar o que já estava bom é o que faz muita gente ficar em ajustes tímidos que gastam crédito sem mudar nada.

Antes de uma edição grande, olhe se a versão atual é aquela para a qual você gostaria de voltar. Se for, você tem uma rede embaixo e pode pedir a mudança de verdade em vez da mudança pela metade.

Quando reconstruir em vez de editar?

Quando a discordância é sobre o que a coisa é, e não sobre como ela está. Três sinais, e se dois forem verdadeiros, pare de editar.

A sua descrição estava errada. Você pediu um portfólio e precisava de uma loja. Nenhuma sequência de edições chega barato a um produto diferente, e uma reconstrução por 600 créditos sai menos que três edições corretivas.

Você já rodou quatro edições e ainda não está perto. Isso é problema de briefing fantasiado de problema de resultado. Escreva a descrição de novo do zero, incluindo o que você não gostou na tentativa anterior, e construa fresco.

A estrutura está errada, e não o conteúdo. Uma página só que deveria ter sido cinco é uma reconstrução como plataforma, a 1.200 créditos nas três primeiras páginas mais 3 por página depois, e não uma edição que espreme mais coisa na mesma página.

Antes de reconstruir, escreva a nova descrição num arquivo de texto e leia em voz alta. Se ela não descrever a coisa que você quer para alguém que nunca ouviu falar do seu projeto, outra construção também não vai resolver isso. O que faz um pedido funcionar está em como escrever um bom prompt.

Quantas edições são demais?

Não existe número mágico, existe um sinal. Se duas edições seguidas mudaram alguma coisa e nenhuma delas te aproximou do que você queria, o problema não está no resultado, está na sua ideia do resultado.

Nesse ponto o movimento barato é parar de gastar e escrever, em duas frases, como a página certa se pareceria. Se essas duas frases saírem fáceis, a próxima edição resolve. Se não saírem, mais edições só vão distribuir o gasto por um alvo que ainda não existe.

Vale também separar acabamento de direção. Ajuste de espaçamento, sombra e tamanho de fonte pode virar um poço sem fundo, e quase nunca é o que decide se a página funciona. Direção primeiro, polimento por último, e o polimento com hora marcada para acabar.

O que nenhuma edição vai consertar?

Foto ruim. O construtor melhora layout e texto, e não melhora a imagem que você subiu. Página bem construída em cima de foto fraca continua parecendo fraca, e essa é a correção mais barata que existe fora da ferramenta.

Oferta que não está clara na sua cabeça. Se você não sabe dizer para quem serve e por que alguém pagaria, nenhuma versão da página vai dizer isso por você. Isso é trabalho de posicionamento, não de geração.

Regra de negócio muito específica em um pedido só. Condição encadeada, permissão por perfil e cálculo com exceção chegam por edições sucessivas, uma regra de cada vez. Em produto realmente complexo o Zugo não substitui um time de desenvolvimento, e essa fronteira aparece cedo.

Por onde recomeçar?

Escolha uma linha da primeira tabela, escreva o pedido correspondente com nomes e números concretos, e rode uma edição só. Depois olhe o resultado no celular antes de decidir qualquer outra coisa. Se preferir começar de novo com uma base melhor, abra a galeria em zugo.dev e clone o modelo mais perto do que você quer, que clonar não custa crédito nenhum.

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