Como editar um site feito com IA depois de gerado
Como editar um site feito com IA depois de gerado
Você edita descrevendo a mudança em uma frase, e o projeto volta atualizado. Cada edição custa 3 créditos no modo normal e 6 no Hi-Fi, sem limite de rodadas além do seu saldo. Mexer em uma parte não obriga a refazer o resto: o que estava certo continua como estava.
Essa é a diferença prática entre um construtor com IA e um gerador de página única. O primeiro resultado não é o produto final, é um rascunho bom o bastante para você julgar e apontar o que falta.
Como funciona uma rodada de edição?
Você abre o projeto, escreve o que quer diferente e espera a nova versão. O pedido é lido junto com o projeto inteiro, não isolado, então referências como "a seção de preços" ou "o botão do topo" funcionam sem que você precise explicar onde ficam.
O resultado passa pela mesma verificação da construção original: o projeto é aberto em uma sandbox antes de chegar até você. Uma edição que quebrou a página não é entregue como se estivesse pronta, e isso importa mais do que parece quando a alteração mexe em várias telas ao mesmo tempo.
Na prática, o ritmo é de conversa. Você pede, olha, pede de novo. A maioria dos projetos se resolve em poucas rodadas quando o pedido inicial já era detalhado, e em muitas rodadas quando a primeira frase foi vaga demais para fechar escopo.
O que escrever para a correção sair certa?
Uma edição boa descreve o estado final desejado, não a insatisfação. "Está feio" não diz nada acionável. "Trocar o azul do cabeçalho por um verde escuro e aumentar o espaçamento entre as seções" diz tudo.
Vale separar os pedidos por assunto em vez de empilhar dez mudanças em uma frase só. Não é regra de economia, é regra de qualidade: quando um pedido junta layout, texto e comportamento, uma das três costuma sair pela metade, e você gasta outra rodada para corrigir a correção.
Quando a mudança envolve conteúdo, entregue o conteúdo pronto. Cole os preços reais, os nomes reais dos serviços, o texto do rodapé com o CNPJ. A IA escreve texto de exemplo muito bem e adivinha o seu negócio muito mal, e nenhuma quantidade de rodadas conserta um dado que ela não tem.
O mesmo raciocínio que faz um pedido inicial funcionar vale aqui, e está detalhado em como escrever um bom prompt.
Quanto custa cada edição?
Cada rodada tem preço fixo, independentemente do tamanho da mudança. Trocar uma cor e reescrever três seções custam a mesma coisa, o que muda bastante a forma inteligente de agrupar pedidos.
| Ação no projeto | Créditos |
|---|---|
| Edição em um projeto existente | 3 |
| Edição no modo Hi-Fi | 6 |
| Construção de um site, app ou jogo | 6 |
| Construção no modo Hi-Fi | 12 |
| Plataforma multipágina, três primeiras páginas | 12 |
| Cada página adicional da plataforma | 3 |
O plano gratuito traz 5 créditos, ou seja, menos que uma construção completa: ele serve para conhecer a ferramenta, não para tocar um projeto. O Pro custa $25 por mês com 200 créditos, o equivalente a cerca de 66 edições. O Business custa $99 por mês com 800 créditos.
Como o preço é por rodada e não por tamanho, juntar mudanças relacionadas compensa. Junte o que pertence à mesma seção, separe o que pertence a assuntos diferentes. É um equilíbrio simples, e quem erra para um dos lados percebe rápido.
Quantas edições um projeto normal consome?
Não existe número garantido, e quem promete um está inventando. O que existe é uma faixa que se repete: pedido detalhado em projeto pequeno costuma fechar em duas ou três rodadas, pedido vago em projeto grande entra numa sequência longa.
Com 200 créditos do Pro você tem espaço para construir um projeto do zero e ainda fazer dezenas de ajustes no mesmo mês. Isso muda a forma de trabalhar: em vez de tentar acertar tudo de uma vez, você publica cedo, mostra para alguém e corrige com base na reação real.
Vale considerar também a opção de reconstruir. Quando o rumo do projeto está errado desde a estrutura, gastar 6 créditos em uma construção nova com um pedido melhor sai mais barato e mais rápido do que empilhar cinco edições tentando salvar o que existe.
Dá para mexer no código em vez de pedir edição?
Dá. O projeto pode ser exportado para o GitHub, e a partir daí o código é seu para editar como quiser, com o editor e o fluxo que você já usa. Quem tem alguém de tecnologia no time costuma trabalhar assim depois que a estrutura já está de pé.
O ponto de atenção é a ida e volta. Depois que o código sai e é alterado por fora, o caminho natural passa a ser o seu repositório, não mais o painel. Isso não é uma trava do produto, é a consequência normal de ter duas fontes editando o mesmo projeto.
Uma divisão que funciona bem: use as edições enquanto o projeto ainda muda de forma e exporte quando ele estabilizar e entrar em manutenção de verdade. O que o export inclui e como ele funciona está em dá para exportar o código?.
O que a edição não resolve?
Vale dizer com todas as letras, porque a expectativa errada aqui é a maior fonte de frustração.
Regra de negócio muito específica não sai de um pedido só. Cálculo de comissão com faixas, importação de planilha com formato próprio, integração com um ERP de nicho: tudo isso se constrói por partes, em várias rodadas, testando cada pedaço. É trabalho de projeto, não de frase.
Produto complexo continua precisando de time de desenvolvimento. O construtor tira você do zero e leva bem longe em site, landing, painel interno e app pequeno. Ele não substitui engenharia quando o produto vira o negócio inteiro e passa a ter requisitos de escala, segurança e disponibilidade.
Jogos são 2D e rodam no navegador. Dá para editar mecânica, fases e visual à vontade dentro desse escopo, mas não peça uma versão 3D nem um executável para console: não é o tipo de saída que existe aqui.
Como não perder uma versão que já estava boa?
Antes de uma rodada arriscada, publique. O endereço em .zugo.run sai imediato e congela um estado que você sabe que funcionava, o que é bem mais confiável do que a memória de como a página estava ontem.
Vale também guardar uma cópia própria fora da plataforma quando o projeto virar coisa séria, principalmente depois que o conteúdo real entrou. Backup é hábito barato e a hora de criar o hábito nunca é depois do susto.
E anote os pedidos que deram certo. Parece exagero, mas as frases que funcionaram no seu projeto viram um roteiro reaproveitável no próximo, e economizam justamente as rodadas de tentativa que mais consomem créditos.
Por onde começar?
Pegue o projeto que você já gerou e liste as cinco mudanças que mais incomodam. Agrupe as que são do mesmo assunto, escreva cada grupo como um estado final e faça as rodadas uma de cada vez, olhando o resultado antes de seguir.
Se ainda não existe projeto para editar, comece por um dos 25 modelos prontos, que já entregam a estrutura resolvida e reduzem o número de correções. O caminho até o endereço no ar está em como publicar o que você criou, e o painel fica em zugo.dev.