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Construtor de site com IA é realmente gratuito?

Construtor de site com IA é realmente gratuito?

Grátis para experimentar, pago para terminar. No Zugo o plano Free dá 5 créditos e uma construção completa custa 6, então ele serve para conhecer o fluxo, não para entregar um projeto. Publicar e o endereço padrão não custam nada. Domínio e serviços externos são cobrados por terceiros, fora de qualquer plano.

Dizer isso de cara é mais útil que a alternativa, que é você descobrir sozinho no meio da terceira tentativa.

O que o plano gratuito cobre de verdade?

Cobre a experiência completa em escala pequena: você escreve a descrição, vê o modelo trabalhar, recebe um projeto que abre e entende o ritmo da ferramenta. É informação real sobre se aquilo serve para o seu caso.

O que ele não cobre é o fechamento. São 5 créditos e uma construção custa 6, o que deixa o saldo abaixo de um projeto completo. Não é pegadinha de letra miúda, é a conta explícita: o gratuito existe para você decidir com conhecimento, e não para tocar um negócio sem pagar.

Muita gente prefere esse desenho ao mais comum no mercado, que é liberar tudo e cobrar na hora de publicar. Ali você já investiu horas montando antes de descobrir o preço, e o custo de desistir ficou alto de propósito.

Vale um lembrete que evita frustração: o saldo gratuito não acumula estoque para um projeto grande. Se o seu plano é montar uma plataforma multipágina, que custa 12 créditos nas três primeiras páginas, o Free não é o caminho e não adianta economizar dentro dele.

Onde o "grátis" costuma terminar nesse mercado?

Em três lugares, e reconhecê-los ajuda a comparar qualquer ferramenta, inclusive esta.

O primeiro é o limite de uso. Créditos, mensagens por mês, número de projetos: o nome muda, a mecânica é a mesma. Vale converter esse limite em trabalho real antes de assinar, porque "100 mensagens" não diz nada até você saber quantas mensagens um projeto seu consome.

O segundo é a publicação. Em várias ferramentas o projeto fica visível só dentro do painel até você pagar, e o endereço público entra como recurso pago. Aqui a publicação e o endereço .zugo.run não consomem crédito, o que muda o momento em que o dinheiro entra na conversa.

O terceiro é a saída. Se o código não sai da plataforma, o preço de amanhã é sempre aceitável, porque a alternativa é recomeçar. Exportar para um repositório seu no GitHub é o que transforma essa dependência em escolha, e o assunto está em dá para exportar o código?.

O que custa e o que não custa?

A separação abaixo é a lista completa, sem letra miúda em outro lugar.

Ação Consome crédito
Construir um site, app ou jogo Sim, 6
Editar um projeto existente Sim, 3
Plataforma multipágina, três primeiras páginas Sim, 12
Cada página além da terceira Sim, 3
Modo Hi-Fi, construção e edição Sim, 12 e 6
Publicar o projeto Não
Manter o projeto no ar Não
Conectar um domínio próprio Não
Exportar o código para o GitHub Não

A leitura importante dessa tabela é a fronteira: crédito paga trabalho do modelo, e só isso. Página parada não gera consumo, visitante não gera consumo e ficar no ar por seis meses sem mexer também não.

A consequência prática é que o custo escala com atividade, não com tamanho. Um site grande e estável sai mais barato que uma landing revisada toda semana, e isso inverte a intuição de quem vem de hospedagem tradicional.

Quanto rende cada plano por mês?

Traduzir saldo em trabalho ajuda mais que olhar o número solto.

Plano Preço por mês Créditos O que dá para fazer
Free $0 5 Conhecer o fluxo, menos que uma construção
Pro $25 200 Cerca de 16 plataformas, 33 construções ou 66 edições
Business $99 800 O mesmo volume, quatro vezes maior

O Pro cobre com folga quem tem um negócio e mexe no site algumas vezes por mês. O Business faz sentido para quem atende clientes e mantém vários projetos simultâneos, situação em que o consumo mensal cresce rápido.

Os valores são em dólar, então quem cobra em reais precisa somar a conversão do dia e, dependendo do cartão, o imposto sobre compra internacional. Isso não é detalhe: é a diferença entre o preço da tabela e o número que aparece na fatura. O cálculo completo por tipo de uso está em quanto custa um site feito com IA.

Quais custos ficam fora de qualquer mensalidade?

Três grupos, e ignorá-los é a forma mais comum de subestimar o orçamento de um projeto pequeno.

Domínio próprio. O endereço .zugo.run vem junto e não custa nada. Um .com.br é comprado no registrador da sua escolha e renovado por lá, com preço que varia por extensão. A conexão em si não consome crédito, e o passo a passo está em dá para usar meu próprio domínio?.

Serviços externos que você conectar. Supabase para banco, login e arquivos; Stripe para cobrança e assinaturas; Resend para e-mails; Vercel se quiser hospedar na sua conta; Google Analytics para medição. Cada um tem a política de preços dele, com faixas gratuitas e planos pagos, e a cobrança acontece diretamente com eles.

O seu tempo e o seu conteúdo. Fotos de verdade, textos revisados, tabela de preços conferida. É a maior linha do orçamento de quase todo site pequeno e existe independentemente da ferramenta escolhida. Nenhum plano cobre isso.

Dá para manter um site no ar sem pagar nada?

Depende do que você chama de site. Se o projeto couber em uma construção e você tiver saldo para ela, sim: publicado, ele fica no ar sem custo recorrente e sem cobrança por visitante.

O problema é chegar lá com 5 créditos. Como uma construção custa 6, o caminho gratuito não fecha sozinho, e é mais honesto dizer isso do que sugerir que existe um jeito de contornar. O caminho real é um mês de Pro para construir e ajustar, e depois decidir se vale manter a assinatura.

Existe um cenário em que a conta fica mesmo barata: site institucional que muda pouco. Você constrói, ajusta duas ou três vezes, publica e não mexe mais por meses. Nesse padrão, o custo total do projeto é o de um mês de assinatura, não uma despesa permanente.

E existe o cenário oposto, que vale antecipar: e-commerce, agenda, catálogo que muda toda semana. Aí o consumo é contínuo por natureza, porque cada mudança é uma edição de 3 créditos, e planejar o plano pelo ritmo real de mudança evita surpresa no dia 20.

Como aproveitar melhor os 5 créditos do Free?

Não tente terminar um projeto. Use o saldo para responder uma pergunta específica: essa ferramenta entende o tipo de coisa que eu preciso construir?

O jeito mais eficiente é partir de um dos 25 modelos prontos, cinco deles de jogos, e aplicar uma edição de 3 créditos com o seu texto e a sua ação principal. Você vê o resultado com a sua cara em vez de uma demonstração genérica, e ainda sobra saldo.

Escreva o pedido longo e específico antes de gastar. Cada detalhe resolvido na descrição é uma edição que você não precisa pedir depois, e no Free essa diferença é decisiva porque não há margem para tentativa e erro.

Evite o modo Hi-Fi nessa fase. Ele custa o dobro (12 na construção e 6 na edição) e entrega acabamento visual maior, o que faz sentido na página que o cliente vai ver primeiro, não em um teste de compatibilidade com a sua ideia.

Quando vale sair do gratuito?

Quando a resposta daquela pergunta específica for sim e você tiver um projeto com prazo. Assinar antes disso é comprar saldo para uma dúvida, e assinar depois de decidir é comprar saldo para um trabalho.

Uma medida prática: faça a conta do seu mês real. Quantas construções novas e quantas edições você acha que vai pedir? Multiplique por 6 e por 3, some, e compare com os 200 créditos do Pro. Na maioria dos casos individuais sobra bastante, e quem estoura é quem mantém vários clientes ao mesmo tempo.

Se a conta fechar, dá para começar hoje pelo caminho barato: um modelo pronto, uma edição com o seu conteúdo e a publicação no endereço padrão para ver como aquilo se comporta na mão de outra pessoa. O ciclo inteiro está disponível em zugo.dev, e nenhuma dessas etapas exige domínio comprado nem serviço externo contratado.

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