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Construtor de site com IA é realmente gratuito?

Construtor de site com IA é realmente gratuito?

No Zugo, não: a conta nova começa com 0 créditos, e uma construção completa custa 1.100. A entrada é o Pro, com o primeiro mês a $5 para quem assina nas 12 horas seguintes ao cadastro e $25 por mês depois, com 20.000 créditos. Publicar e o endereço padrão não custam nada. Domínio e serviços externos são cobrados por terceiros, fora de qualquer plano.

Dizer isso de cara é mais útil que a alternativa, que é você descobrir sozinho no meio da terceira tentativa.

O que o primeiro mês de Pro cobre de verdade?

Cobre a experiência completa: você escreve a descrição, vê o modelo trabalhar, recebe um projeto que abre e entende o ritmo da ferramenta. É informação real sobre se aquilo serve para o seu caso.

O que ele não cobre é a continuidade: depois do primeiro mês o Pro segue no preço normal, e dá para cancelar a qualquer momento. Não é pegadinha de letra miúda, é a conta explícita: o primeiro mês existe para você decidir com conhecimento, e não para tocar um negócio sem pagar.

Muita gente prefere esse desenho ao mais comum no mercado, que é liberar tudo e cobrar na hora de publicar. Ali você já investiu horas montando antes de descobrir o preço, e o custo de desistir ficou alto de propósito.

Vale um lembrete que evita frustração: o saldo não estica sozinho para um projeto grande. Se o seu plano é montar uma plataforma multipágina, que custa 2.200 créditos nas três primeiras páginas, conte isso desde o primeiro dia dentro dos créditos do Pro.

Onde o "grátis" costuma terminar nesse mercado?

Em três lugares, e reconhecê-los ajuda a comparar qualquer ferramenta, inclusive esta.

O primeiro é o limite de uso. Créditos, mensagens por mês, número de projetos: o nome muda, a mecânica é a mesma. Vale converter esse limite em trabalho real antes de assinar, porque "100 mensagens" não diz nada até você saber quantas mensagens um projeto seu consome.

O segundo é a publicação. Em várias ferramentas o projeto fica visível só dentro do painel até você pagar, e o endereço público entra como recurso pago. Aqui a publicação e o endereço .zugo.run não consomem crédito, o que muda o momento em que o dinheiro entra na conversa.

O terceiro é a saída. Se o código não sai da plataforma, o preço de amanhã é sempre aceitável, porque a alternativa é recomeçar. Exportar para um repositório seu no GitHub é o que transforma essa dependência em escolha, e o assunto está em dá para exportar o código?.

O que custa e o que não custa?

A separação abaixo é a lista completa, sem letra miúda em outro lugar.

Ação Consome crédito
Construir um site, app ou jogo Sim, 1.100
Editar um projeto existente Sim, 550
Plataforma multipágina, três primeiras páginas Sim, 2200
Cada página além da terceira Sim, 550
Modo Hi-Fi, construção e edição Sim, 2200 e 1.100
Publicar o projeto Não
Manter o projeto no ar Não
Conectar um domínio próprio Não
Exportar o código para o GitHub Não

A leitura importante dessa tabela é a fronteira: crédito paga trabalho do modelo, e só isso. Página parada não gera consumo, visitante não gera consumo e ficar no ar por seis meses sem mexer também não.

A consequência prática é que o custo escala com atividade, não com tamanho. Um site grande e estável sai mais barato que uma landing revisada toda semana, e isso inverte a intuição de quem vem de hospedagem tradicional.

Quanto rende cada plano por mês?

Traduzir saldo em trabalho ajuda mais que olhar o número solto.

Plano Preço por mês Créditos O que dá para fazer
Pro $25 20.000 Cerca de 9 plataformas, 18 construções ou 36 edições
Business $50 20.000 O mesmo volume, quatro vezes maior

O Pro cobre com folga quem tem um negócio e mexe no site algumas vezes por mês. O Business faz sentido para quem atende clientes e mantém vários projetos simultâneos, situação em que o consumo mensal cresce rápido.

Os valores são em dólar, então quem cobra em reais precisa somar a conversão do dia e, dependendo do cartão, o imposto sobre compra internacional. Isso não é detalhe: é a diferença entre o preço da tabela e o número que aparece na fatura. O cálculo completo por tipo de uso está em quanto custa um site feito com IA.

Quais custos ficam fora de qualquer mensalidade?

Três grupos, e ignorá-los é a forma mais comum de subestimar o orçamento de um projeto pequeno.

Domínio próprio. O endereço .zugo.run vem junto e não custa nada. Um .com.br é comprado no registrador da sua escolha e renovado por lá, com preço que varia por extensão. A conexão em si não consome crédito, e o passo a passo está em dá para usar meu próprio domínio?.

Serviços externos que você conectar. Supabase para banco, login e arquivos; Stripe para cobrança e assinaturas; Resend para e-mails; Vercel se quiser hospedar na sua conta; Google Analytics para medição. Cada um tem a política de preços dele, com faixas gratuitas e planos pagos, e a cobrança acontece diretamente com eles.

O seu tempo e o seu conteúdo. Fotos de verdade, textos revisados, tabela de preços conferida. É a maior linha do orçamento de quase todo site pequeno e existe independentemente da ferramenta escolhida. Nenhum plano cobre isso.

Dá para manter um site no ar sem pagar nada?

Depende do que você chama de site. Se o projeto couber em uma construção e você tiver saldo para ela, sim: publicado, ele fica no ar sem custo recorrente e sem cobrança por visitante.

O problema é chegar lá sem créditos. A conta nova começa com 0 e uma construção custa 1.100, então o caminho gratuito não existe, e é mais honesto dizer isso do que sugerir que há um jeito de contornar. O caminho real é um mês de Pro para construir e ajustar, e depois decidir se vale manter a assinatura.

Existe um cenário em que a conta fica mesmo barata: site institucional que muda pouco. Você constrói, ajusta duas ou três vezes, publica e não mexe mais por meses. Nesse padrão, o custo total do projeto é o de um mês de assinatura, não uma despesa permanente.

E existe o cenário oposto, que vale antecipar: e-commerce, agenda, catálogo que muda toda semana. Aí o consumo é contínuo por natureza, porque cada mudança é uma edição de 550 créditos, e planejar o plano pelo ritmo real de mudança evita surpresa no dia 20.

Como aproveitar melhor o primeiro mês de Pro?

Não tente terminar um projeto. Use o saldo para responder uma pergunta específica: essa ferramenta entende o tipo de coisa que eu preciso construir?

O jeito mais eficiente é partir de um dos 38 modelos prontos, cinco deles de jogos, e aplicar uma edição de 550 créditos com o seu texto e a sua ação principal. Você vê o resultado com a sua cara em vez de uma demonstração genérica, e ainda sobra saldo.

Escreva o pedido longo e específico antes de gastar. Cada detalhe resolvido na descrição é uma edição que você não precisa pedir depois, e essa diferença pesa mais quando o saldo é curto, porque a margem para tentativa e erro encolhe.

Evite o modo Hi-Fi nessa fase. Ele custa o dobro (12 na construção e 6 na edição) e entrega acabamento visual maior, o que faz sentido na página que o cliente vai ver primeiro, não em um teste de compatibilidade com a sua ideia.

Quando vale continuar no Pro depois do primeiro mês?

Quando a resposta daquela pergunta específica for sim e você tiver um projeto com prazo. Assinar antes disso é comprar saldo para uma dúvida, e assinar depois de decidir é comprar saldo para um trabalho.

Uma medida prática: faça a conta do seu mês real. Quantas construções novas e quantas edições você acha que vai pedir? Multiplique por 1.100 e por 550, some, e compare com os 20.000 créditos do Pro. Na maioria dos casos individuais sobra bastante, e quem estoura é quem mantém vários clientes ao mesmo tempo.

Se a conta fechar, dá para começar hoje pelo caminho barato: um modelo pronto, uma edição com o seu conteúdo e a publicação no endereço padrão para ver como aquilo se comporta na mão de outra pessoa. O ciclo inteiro está disponível em zugo.dev, e nenhuma dessas etapas exige domínio comprado nem serviço externo contratado.