Posso usar meu próprio domínio em um site feito com IA?
Posso usar meu próprio domínio em um site feito com IA?
Sim. Um domínio que já é seu pode apontar para o projeto publicado, e conectá-lo não consome créditos: créditos pagam geração e edição. O endereço seu-slug.zugo.run continua existindo em paralelo, o que ajuda a separar problema de DNS de problema do site.
E se o domínio já tiver um site em cima dele?
Aí a pergunta muda de figura, porque você não está apenas conectando: está trocando o que aquele endereço mostra. Vale planejar a troca em vez de descobrir o efeito com o site fora do ar em uma terça-feira de manhã.
A ordem que funciona é sempre a mesma. Primeiro você monta o projeto novo e o deixa pronto no endereço .zugo.run, com textos revisados e formulários testados. Só depois mexe no DNS. Assim o intervalo em que o domínio aponta para algo incompleto é zero.
Antes de apontar, anote os endereços das páginas do site antigo que recebem visita de busca. Se o projeto novo não tiver as mesmas páginas, quem chegar por um link antigo vai encontrar erro, e esse tipo de perda leva semanas para aparecer nos relatórios.
Um detalhe que economiza dor de cabeça: não cancele a hospedagem antiga no mesmo dia. Deixe rodando por algumas semanas. Se algo der errado na configuração, voltar o apontamento é questão de minutos quando o destino anterior ainda existe.
| Situação em que você está | O que fazer primeiro |
|---|---|
| Domínio comprado e sem nada publicado | Montar o projeto, depois apontar |
| Domínio com site antigo em produção | Mapear as páginas atuais, depois apontar |
| Domínio registrado por uma agência | Pedir acesso ao painel de DNS |
| Ainda não tem domínio | Usar o .zugo.run até o conteúdo firmar |
| Domínio usado só para e-mail | Apontar só o site, sem tocar nos registros de e-mail |
Dá para usar só um subdomínio?
Dá, e em vários casos é a escolha mais sensata. Um subdomínio é um nome à esquerda do domínio principal, como loja.suaempresa.com.br ou app.suaempresa.com.br, e ele pode apontar para um destino diferente do site principal.
Isso resolve bem duas situações comuns. A primeira é quando o site institucional está em outro lugar e você só quer publicar uma área nova, como uma landing de campanha ou um sistema interno. A segunda é quando o projeto ainda está em teste com clientes reais e você não quer arriscar o endereço principal.
Trabalhar por subdomínio também deixa a volta atrás barata. Se a experiência não vingar, você remove o registro daquele nome e nada do que já existia é afetado. Com o domínio raiz, qualquer erro atinge tudo de uma vez.
Conectar o domínio consome créditos?
Não. Créditos são gastos para gerar e editar o projeto, e o endereço é outra camada. A tabela mostra onde eles realmente vão.
| Ação | Créditos |
|---|---|
| Construção de um site, app ou jogo | 6 |
| Edição sobre um projeto existente | 3 |
| Plataforma multipágina, três primeiras páginas | 12 |
| Cada página além da terceira | 3 |
| Construção no modo Hi-Fi | 12 |
| Edição no modo Hi-Fi | 6 |
Publicar em seu-slug.zugo.run |
0 |
| Conectar um domínio próprio | 0 |
O plano gratuito traz 5 créditos, valor abaixo dos 6 de uma construção completa, então ele serve para conhecer o fluxo. O Pro custa $25 por mês com 200 créditos, cerca de 16 plataformas multipágina, 33 construções ou 66 edições. O Business custa $99 por mês com 800 créditos. A cobrança é em dólares.
O que você paga fora disso é a anuidade do domínio, definida pelo registrador e variável conforme a extensão. É a única despesa da lista que continua sendo sua mesmo se você trocar de ferramenta, e por isso é a que menos deveria ficar no nome de terceiros.
E o e-mail com o meu domínio continua funcionando?
Continua, desde que você não mexa nos registros errados. E-mail e site usam tipos diferentes de registro no mesmo domínio, então é perfeitamente possível apontar o site para um lugar e manter as caixas de entrada onde já estão.
O erro clássico é limpar todos os registros do domínio antes de criar os novos, achando que assim se começa do zero. Isso derruba o e-mail junto, e o efeito só aparece quando alguém reclama que a mensagem voltou. Altere apenas o que precisa mudar.
Vale distinguir dois assuntos que costumam se confundir. Caixa de e-mail com o seu domínio é serviço de um provedor de e-mail, contratado à parte. E-mail automático que o projeto dispara, como confirmação de cadastro ou aviso de compra, é a integração com o Resend, que é outra coisa.
Quem fica com o domínio se eu cancelar o plano?
Você, porque o domínio nunca deixou de ser seu. Ele é registrado no seu nome, pago por você e administrado no painel do registrador, e a conexão com o projeto é apenas um apontamento que pode ser desfeito a qualquer momento.
| Item | Quem controla |
|---|---|
| Registro do domínio | Você, no registrador |
| Registros de DNS | Você, no painel do domínio |
| Conteúdo publicado | O projeto no construtor |
| Código-fonte exportado | Você, no seu GitHub |
| Hospedagem própria | Você, na sua conta da Vercel |
Ler essa tabela de cima para baixo responde a maior parte das dúvidas sobre dependência. As duas primeiras linhas nunca saem da sua mão, e é por isso que a recomendação de registrar o domínio no seu nome vale mesmo quando outra pessoa cuida da operação do dia a dia.
Quanto tempo leva para o domínio começar a abrir?
A parte da construção é rápida: um projeto simples fica pronto em cerca de um minuto e uma plataforma multipágina leva alguns minutos, porque são várias páginas. Depois disso ele já está no ar pelo endereço .zugo.run, sem espera adicional.
A parte lenta é o DNS, e ela não depende do construtor. Mudanças de registro levam de alguns minutos a algumas horas para serem vistas de toda a internet. Durante esse intervalo é normal o domínio abrir para você e ainda não abrir para um amigo em outra operadora.
Nesse intervalo, resista à vontade de mexer de novo. Alterar os registros no meio da propagação reinicia a espera em vez de acelerá-la. Configure uma vez, teste pelos dados do celular em vez do wi-fi de casa e só reavalie no dia seguinte.
O que checar antes de apontar o domínio?
Quatro itens, na ordem: o domínio está registrado no seu nome, você tem acesso ao painel de DNS, o conteúdo do projeto já está revisado e o site antigo continua ligado como rede de proteção. Com esses quatro fechados, a conexão vira rotina.
Vale reconhecer um limite com franqueza: a checagem em sandbox feita antes da entrega confirma que o projeto sobe, e não confere o seu DNS nem o nome que você digitou no painel do registrador. Essa parte é sua, e é onde mora quase todo problema de domínio.
Se quiser ver o fluxo inteiro antes de mexer em qualquer registro, dá para montar e publicar um projeto em zugo.dev usando só o endereço .zugo.run e decidir o nome depois. Para aprofundar, leia o guia de domínio próprio passo a passo, como publicar um projeto e como levar o deploy para a sua conta da Vercel.