Template River Park: site de lançamento imobiliário
Template River Park: um site de empreendimento com portal do comprador
O River Park é um site pronto para lançamento residencial, um dos 25 modelos da galeria do Zugo. A parte pública vai do topo até o agendamento de visita, passando por plantas, lazer e andamento de obra. Atrás da entrada existe um portal do comprador com plantas salvas e simulador de financiamento. Clonar não consome créditos.
O que vem dentro do template River Park?
A estrutura é a que todo site de lançamento acaba adotando, com um acréscimo que a maioria não tem: uma área reservada para quem já comprou. Normalmente esse portal mora em outro sistema, e metade do atendimento se perde no vão entre os dois.
| Seção | O que traz |
|---|---|
| Topo | Promessa da localização, números principais, dois botões de ação |
| Por que aqui | Quatro argumentos: fachada, varandas profundas, pátio sobre a garagem e obra de baixo consumo |
| Plantas | Quatro tipologias com área, orientação solar, banheiros e unidades restantes |
| Lazer | Piscina com raia, academia, lounge de trabalho, portaria, terraço e vagas para carro elétrico |
| Obra | Etapa atual e previsão de entrega |
| Visita | Agendamento de visita e formulário de retorno de ligação |
| Portal | Visão geral, plantas salvas, simulador de financiamento e pedido de contato |
O formulário de retorno aparece duas vezes, na página pública e dentro do portal. A repetição é proposital: ninguém compra apartamento sozinho nem em uma visita só, então poder pedir uma ligação a qualquer momento vale mais aqui do que um botão de compra confiante.
A seção de obra é a que dá vontade de apagar e a que responde ao medo real do comprador, que é atraso ou empreendimento parado. Mantenha, e mantenha atualizada. Uma data velha ali faz mais estrago do que a ausência da seção.
O que funciona de verdade e o que é só interface?
A parte pública funciona inteira. Navegação, rolagem até as âncoras, cartões de planta, formulários e comportamento no celular respondem como você espera. Dá para conferir tudo isso na prévia da galeria antes de clonar, e vale os dois minutos.
O portal funciona como interface, não como produto. As telas trocam, o simulador faz a conta, os formulários aceitam o que você digita. Só que não existem contas reais atrás da entrada, e nada sobrevive a um recarregamento, porque o modelo não carrega banco de dados.
Os formulários são o detalhe que pega as pessoas. Por padrão, um pedido de contato não vai a lugar nenhum, e publicar assim significa perder oportunidade em silêncio. O envio de e-mail vem do conector Resend, e os dados em si podem cair em uma tabela pelo Supabase.
Teste isso antes de lançar, não depois. Mande um pedido para você mesmo e confirme que ele chega em alguém. São cinco minutos que se pagam com o primeiro interessado que chega em vez de sumir.
Para que tipo de empreendimento esse modelo serve?
Serve para incorporadora, imobiliária que atende um empreendimento só ou investidor que vende um prédio específico: apartamentos, casas em condomínio, um resort pequeno, salas comerciais. A sequência de prédio, plantas, lazer, obra e visita atravessa todos esses casos sem precisar de reorganização.
Adapta bem para locação também, trocando compra por reserva. A grade de cartões e o simulador sobrevivem intactos à mudança. O que muda são os rótulos e a matemática, o que é uma edição e não uma reconstrução.
É a base errada para imobiliária de revenda. Centenas de anúncios com filtro por bairro, preço e metragem formam outro produto, mais perto de um catálogo com busca, e sai melhor descrito do zero do que recortado deste quadro.
Existe um caso intermediário que funciona bem: um site por fase ou por torre de um masterplan maior. Abrir um segundo projeto é mais rápido do que fazer um site atender às duas fases, e cada etapa ganha o próprio endereço.
Sai mais barato clonar o modelo ou descrever o site do zero?
A conta é direta. Uma construção a partir de texto custa 6 créditos e entrega exatamente a página que você descreveu, inclusive o que você esqueceu de mencionar. O clone é gratuito, e você paga só pelas diferenças em relação a um quadro que já viu funcionando.
Para lançamento residencial o modelo costuma ganhar. A lista de seções desse tipo de site já está estabilizada, e o que varia é o conteúdo, não a estrutura. Descrever sete blocos encadeados a partir de um prompt vazio custa mais porque cada um precisa ser soletrado.
O prompt em branco ganha em um caso: quando o ativo se vende de outro jeito. Coworking cobrado por mês, boxes de armazenagem, vagas de garagem. Ali a planta e o bloco de financiamento atrapalham, e você gastaria edições removendo o que veio junto.
Decida cedo a quantidade de páginas, porque é isso que define o orçamento. Se cada tipologia precisa de endereço próprio, você está falando de plataforma multipágina: 12 créditos pelas três primeiras páginas e 3 créditos por página seguinte. A diferença aparece em dá para fazer um site com várias páginas.
Como transformar o modelo no seu empreendimento?
Sentido primeiro, aparência depois. Cada edição custa 3 créditos, e refazer o mesmo bloco duas vezes é o jeito clássico de desperdiçar saldo, então a ordem abaixo vai do mais valioso para o menos.
- Troque o nome e a promessa. Uma edição muda o nome do empreendimento em todo lugar e reescreve o topo.
- Coloque as suas plantas. Imagens, área privativa, quantidade de dormitórios, vagas e disponibilidade. É a parte que o comprador realmente lê.
- Reescreva os quatro argumentos. Seus materiais, seu lazer, seu padrão construtivo. A mesma edição pode mudar quantos argumentos existem.
- Atualize o bloco de obra. Etapa real e janela de entrega real, senão a seção trabalha contra você.
- Conecte os formulários. Um pedido precisa chegar a uma pessoa, não morrer na página.
- Publique. O projeto vive em um endereço como
seuempreendimento.zugo.run, com o seu domínio por cima.
O simulador merece decisão própria. Ele roda uma fórmula, não a tabela de um banco específico. Ou você ajusta os parâmetros com uma edição, ou deixa escrito com todas as letras que aquilo é uma simulação e não uma proposta de crédito.
Quanto custa até publicar?
O clone é gratuito, então o contador começa na primeira edição. Trocar conteúdo de demonstração por conteúdo real costuma dar de cinco a oito edições, dependendo de quantas tipologias você tem e de quão preciso é cada pedido.
| Ação | Custo |
|---|---|
| Clonar um modelo | Gratuito, sem chamada de IA |
| Uma edição no chat | 3 créditos |
| Construção a partir de uma descrição | 6 créditos |
| Plataforma multipágina | 12 créditos pelas três primeiras páginas, depois 3 por página |
| Modo Hi-Fi | Dobro: 6 por edição, 12 por construção |
O plano gratuito traz 5 créditos. O Pro custa $25 por mês com 200 créditos, o que dá cerca de 16 plataformas, 33 construções ou 66 edições. O Business custa $99 por mês com 800 créditos. Toda construção passa por uma sandbox antes de ser entregue, e o que não abre nunca chega até você.
O plano gratuito tem uma particularidade útil: 5 créditos não cobrem uma construção do zero, que custa 6, mas cobrem o caminho do modelo, porque o clone é gratuito e a primeira edição cabe no saldo inicial. Ver o nome do seu empreendimento em uma página funcionando não custa nada.
Quais edições as pessoas mais pedem?
Os pedidos que acertam de primeira nomeiam um bloco e uma mudança. Um desejo vago custa os mesmos 3 créditos e devolve algo imprevisível, que ainda dá trabalho de conferir.
"Coloque seis tipologias em vez de quatro e mostre a área e a quantidade de dormitórios no título do cartão." "Adicione um filtro de plantas por número de dormitórios." "Troque o bloco de fachada por um de garagem." "Ponha uma galeria de fotos no bloco de obra com a data de cada registro."
Pedidos de confiança são comuns e fazem sentido no mercado brasileiro: "adicione um bloco com dados da incorporadora, memorial descritivo e o número do registro de incorporação". Faça isso antes do lançamento, não depois que o primeiro comprador perguntar.
Pedidos de celular também aparecem sempre: "no celular, mostre as plantas em coluna única e fixe o botão de visita no rodapé da tela". A maior parte do contato com site de imóvel chega do celular, então isso não é edição cosmética.
Onde o modelo para?
Portal sem banco de dados é demonstração. Ele mostra como a experiência vai parecer e esquece plantas salvas e reservas assim que a página recarrega. A versão que funciona precisa de entrada real e armazenamento, que é uma etapa a planejar, não uma linha no chat.
Catálogo de centenas de anúncios é outro trabalho. Este quadro gira em torno de um empreendimento com poucas tipologias. Busca sobre estoque grande se comporta de outro jeito e deve partir da descrição desse comportamento.
O texto jurídico é seu. Memorial, condições de reserva, dados da empresa e registro: o construtor de sites não inventa isso, e nem deveria. No mercado imobiliário essa é obrigação de quem incorpora, não da ferramenta que montou a página. Em um produto realmente complexo o Zugo não substitui um time de desenvolvimento, e a exportação para o GitHub garante que o código sai com você.
Uma construção simples leva por volta de um minuto, então o primeiro passo é curto: abra a galeria em zugo.dev, clone o River Park e coloque as suas plantas no lugar das de demonstração. Em uma hora você sabe se o quadro serve para o seu empreendimento.