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Modelo FRAME 2026: site de conferência com venda de ingresso

Modelo FRAME 2026: site de conferência pronto para o seu evento

O FRAME 2026 é o modelo de conferência da galeria do Zugo, dentro da categoria de páginas de venda. Traz capa com contagem regressiva, palestrantes, programação de dois dias, tipos de ingresso, bloco de dúvidas e uma área do participante com credencial e palestras salvas. Clonar não gasta crédito, e cada edição custa 3 créditos.

A seguir vem a repartição completa: o que existe dentro, até onde vai a parte que funciona, o que precisa ser conectado para cobrar de verdade e onde fica o limite honesto.

O que vem no modelo FRAME 2026?

Tudo está organizado em torno de uma ação só: comprar o ingresso. Os outros blocos existem para responder às perguntas que impedem essa compra, e elas são sempre as mesmas em qualquer evento com data marcada.

Seção O que contém O que se troca primeiro
Capa Nome do evento, tema, cidade, local, datas e contagem regressiva O seu evento, as suas datas, o seu local
Palestrantes Fichas com nome, empresa e tema, em um palco único Os seus palestrantes com foto e título da palestra
Programação Dois dias com sessões por faixa de horário e encerramento à tarde Os seus blocos, os seus horários
Ingressos Tipos de entrada com o que cada um inclui e o prazo do primeiro lote Os seus valores e as suas condições
Dúvidas Bloco escrito do ponto de vista de quem avalia a viagem As perguntas reais do seu público
Acesso e área do participante Entrada por e-mail, credencial, palestras salvas e dados da conta Textos agora, acesso real depois

A contagem regressiva da capa é o detalhe mais forte do modelo. Em evento com data, a urgência é real e não truque de venda, então o contador convence sem que ninguém precise escrever um texto insistente.

O bloco de dúvidas é o segundo acerto. Ele está redigido do ponto de vista de quem está calculando se compensa viajar, e não do ponto de vista de quem organiza. Vale manter esse tom ao reescrever, porque dúvida logística é o que mais adia compra.

O que existe atrás do login?

Uma área do participante com três peças: a credencial de entrada, as palestras que ele salvou da programação e os dados da conta, com tipo de ingresso, número do pedido e preferências.

É a parte que mais surpreende, porque site de conferência normalmente termina no botão de comprar. Aqui existe um motivo para se cadastrar antes mesmo de pagar, que é montar a própria agenda, e isso dá um ponto de contato a mais com quem ainda hesita.

Dito isso, é preciso ser exato sobre o que essa tela é. O formulário de acesso mostra como a experiência aparece e por onde o participante entra, mas não confere senha nem separa usuários de verdade. É a maquete funcional de um fluxo, não o fluxo terminado.

A diferença importa no planejamento. Para mostrar o conceito e recolher interesse, serve como está. Para cada participante ter conta própria, é preciso banco de dados e login real, e isso entra por cima com o conector do Supabase.

Para que tipo de evento ele serve e para qual não?

Encaixe direto: congressos, festivais, fóruns setoriais e encontros grandes. Tudo o que tem data, palestrante, programação e ingresso pago cabe nessa estrutura quase sem mexer em nada.

Segundo círculo: imersões e cursos com grade horária. Os palestrantes viram professores, a programação vira módulos e os ingressos viram modalidades de matrícula. A conversão é direta e sai em três ou quatro edições.

Terceiro círculo: evento interno de empresa e encontro de parceiros. O cadastro fica, o pagamento sai com uma edição e a área privada com agenda pessoal vira a parte mais útil da página inteira.

Ele não serve para um site com muitos eventos que se renovam o tempo todo. Isso já é plataforma com banco de dados e painel de gestão, não a página de um evento específico. A visão mais ampla está em como criar um site de evento com IA. Também não serve se você ainda não tem data nem local, porque contagem regressiva e bloco de endereço ocupam metade da capa.

Como adaptar ao seu evento, passo a passo?

A ordem importa: primeiro o evento, depois as pessoas, depois o dinheiro. Trocar essa sequência produz trabalho repetido e edição paga duas vezes.

  1. Troque o evento inteiro de uma vez. "Renomeie para Som do Sul, tema música eletrônica, cidade Curitiba, dias 12 e 13 de setembro". Uma frase atualiza capa e contagem regressiva juntas.
  2. Coloque os palestrantes reais. Nome, empresa e tema da palestra. É a parte mais lida do site de um congresso, e nome inventado de demonstração salta aos olhos.
  3. Monte a sua programação. "Duas salas em paralelo, sessões de quarenta minutos com intervalos e encerramento às sete".
  4. Ajuste os ingressos. Os valores da demonstração estão em euro e com condições próprias, então revise moeda, impostos e prazo do primeiro lote de forma explícita.
  5. Publique e percorra a compra pelo celular. O projeto ganha um endereço no formato seu-slug.zugo.run, e ingresso de evento se compra principalmente pelo celular, quase sempre por link de rede social.

Mantenha uma ideia por edição. Uma frase que mistura palestrantes novos, outra paleta e valores reescritos custa o mesmo, mas depois obriga a conferir o resultado em três direções ao mesmo tempo, e é fácil algo ficar pela metade.

O que conectar para vender ingresso de verdade?

O modelo mostra os ingressos, mas não cobra: ele é uma página de venda, não um sistema de bilheteria. A cobrança entra com o Stripe, e até lá o botão de comprar é um botão, não uma venda.

O Stripe resolve o pagamento dos ingressos e também o preço por faixa, se você trabalhar com lotes. O Supabase guarda inscrições, contas e a agenda pessoal de cada participante. O Resend manda o ingresso por e-mail e o lembrete da véspera, que é a parte sem a qual a compra não parece encerrada.

Domínio próprio é quase obrigatório em evento, porque o endereço acaba em cartaz, anúncio e publicação. O Google Analytics mostra em que passo as pessoas desistem durante a compra, e a exportação para o GitHub entrega o código como repositório real, seu desde o começo. O detalhe da cobrança está em como conectar o Stripe e o do endereço em posso usar meu próprio domínio.

Peça cada conexão em uma edição separada, e não como item dentro de uma lista de desejos. Uma frase curta sobre pagamento e outra sobre e-mails se resolvem melhor do que um parágrafo em que as duas aparecem entre um palestrante novo e outra tipografia.

Por que site de evento tem tão pouca margem de erro?

Porque o prazo é fixo e conhecido de antemão. Um site comum tem anos para melhorar; o de um congresso tem semanas até uma data depois da qual ele não serve mais para ninguém.

Daí sai uma prioridade clara. Três coisas precisam funcionar antes de qualquer outra: data com local, lista de palestrantes e botão de compra. O resto, incluindo qualquer animação de capa, pode ser ajustado depois ou nunca.

A segunda consequência é sobre quando publicar. Coloque a página no ar assim que tiver data e metade dos palestrantes. Página cedo recolhe inscrição em lista de aviso; página perfeita a duas semanas do evento recolhe menos, porque parte do público já organizou aqueles dias.

A terceira é sobre manutenção. A programação muda até o último dia e cada mudança é uma edição. Se o horário for mexido diariamente, sai mais barato guardá-lo em banco de dados com Supabase do que corrigir a diagramação sem parar.

Quanto custa deixar o site pronto?

Clonar sai de graça, então a conta começa na primeira edição.

Ação Custo
Clonar o modelo para um projeto novo nenhum crédito, sem passar pela IA
Uma edição no chat 3 créditos
Construção do zero por descrição 6 créditos
Plataforma multipágina, três primeiras páginas 12 créditos
Cada página adicional da plataforma 3 créditos
Edição no modo Hi-Fi 6 créditos

Uma adaptação completa ao seu evento costuma levar entre oito e quinze edições, e a maior parte vai para programação e palestrantes, que são as seções com mais conteúdo. O plano Pro custa $25 por mês e dá 200 créditos, algo como 66 edições, folga suficiente para chegar até a data sem racionar.

O plano gratuito entrega 5 créditos: dá para clonar e fazer a primeira edição, que é a forma realista de ver a sua versão sem pagar. O Business custa $99 por mês com 800 créditos. Antes da entrega, cada construção é aberta em um ambiente isolado, então uma versão que não abre não chega às suas mãos.

O que esse modelo não faz?

Não é um sistema de bilheteria. Cota por lote, ingresso nominal, controle de acesso por código, reembolso e transferência de titular são outra coisa. Muitas vezes sai melhor conectar um serviço de venda de ingressos existente do que construir o seu.

O conteúdo da demonstração é decorativo. Palestrantes, local, datas e número de credencial são inventados para mostrar a tela e não podem ficar em um site publicado. Com palestrante isso é especialmente sério: nome alheio no anúncio de um evento é uma promessa que você não fez.

Programação complexa se ajusta por edições. Várias salas em paralelo, mudança diária e sessão com vaga limitada se resolvem passo a passo, não com um prompt só. A partir de certo volume, é mais honesto guardar a grade em banco de dados. Em um produto cuja função principal é a agenda, o Zugo não substitui um time de desenvolvimento.

Nenhum desses limites anula o que o modelo entrega: para um evento específico, ele dá uma página com data, palestrantes, programação e venda de ingresso, que é exatamente o que se procura no site de um congresso.

Por onde começar?

Abra a galeria, ache o FRAME 2026 entre as páginas de venda e percorra a prévia até o momento de escolher ingresso. Se o seu participante faria esse mesmo caminho, o modelo serve quase sem mexer na estrutura.

Depois clone e dedique a primeira edição ao evento, à data e ao local, porque desses três dados depende todo o resto, inclusive a contagem regressiva. Avance em passos curtos: uma edição, uma olhada no resultado, uma decisão sobre a próxima. Dá para começar em zugo.dev.

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