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Template Glow Lab: loja de skincare com carrinho real

Template Glow Lab: loja de skincare com carrinho real

O Glow Lab é um dos 25 modelos prontos do Zugo: vitrine de cosméticos com catálogo filtrável, carrinho que recalcula frete, imposto e cupom, e área do cliente com histórico de pedidos e endereços salvos. Clonar o modelo não consome crédito, e daí em diante tudo acontece por edição no chat.

Vale entender o que já está pronto antes de pedir qualquer mudança. Boa parte dos créditos gastos no primeiro dia vai para recriar coisa que o modelo já entrega, e isso é dinheiro jogado fora sem que ninguém perceba.

O que já vem funcionando no Glow Lab?

O modelo pertence ao grupo de lojas, então a lógica de compra é real e não desenho. Adicionar um item muda o contador do carrinho, o subtotal, a linha de frete e a de imposto, e o cupom altera o total na sua frente, sem recarregar a página.

Tela O que traz Onde entra a primeira edição
Vitrine Destaque com números de prova, prateleira de mais vendidos, catálogo com filtro por categoria, seção de ingredientes, depoimentos, captura de e-mail Marca, lista de produtos, as afirmações dos números
Entrar E-mail e senha, botão de login social, texto de promessa ao cliente Texto agora, sistema de conta de verdade depois
Área do cliente Carrinho com linhas e totais, histórico de pedidos com status, endereços salvos Quais status existem, quais campos você coleta

São oito produtos divididos em cinco categorias, cada um com preço, descrição curta, indicação de para quem serve e preço antigo opcional para mostrar desconto. Os filtros da vitrine saem dessas categorias, então acrescentar uma categoria é edição de dados, não de layout.

As regras comerciais também estão prontas: frete fixo com faixa de frete grátis acima de um valor, alíquota de imposto no resumo, três cupons que funcionam mesmo (dois de porcentagem e um de frete) e status de pedido cobrindo separação, transporte e entrega. É justamente o que as pessoas esquecem de pedir quando descrevem uma loja do zero.

Para quem esse modelo serve?

O encaixe direto é marca própria de cuidado pessoal com catálogo curto, que é exatamente o cenário em que o layout foi pensado. Menos de uma dúzia de itens, divisão clara por categoria e um texto que argumenta em vez de gritar promoção.

Ele migra bem para qualquer produto físico com o mesmo formato: café, suplemento, vela, chá, temperos, cosmético capilar, cuidado para pet. O que se aproveita é a estrutura de prateleira, filtro, carrinho e histórico, e o que muda é o vocabulário e a fotografia. A discussão maior está no guia de como criar uma loja virtual com IA.

Para produto digital funciona por subtração. Tire frete e endereço, mantenha carrinho e lista de pedidos, e você tem uma loja de downloads razoável. Remover seção é sempre mais barato que inventar seção, então começar aqui faz sentido mesmo com encaixe parcial.

Onde ele deixa de ser a escolha certa é escala de catálogo. Trezentos itens com variação de tamanho, cor e estoque pedem um sistema de catálogo, não uma página com lista de produtos dentro. Nesse tamanho, uma plataforma de e-commerce estabelecida resolve melhor, e dizer isso não custa nada.

Como trocar a marca sem quebrar o carrinho?

O erro clássico é reescrever tudo em uma mensagem só. Catálogo é dado e marca é texto, e separar essas duas coisas permite conferir cada passo antes do próximo.

  1. Comece pela marca: "renomeie para Casa Serena, troque o ângulo de ciência por óleos vegetais brasileiros e use uma paleta de verde escuro e areia".
  2. Substitua o catálogo em uma mensagem só, colando a lista com nome, categoria, preço e uma linha de descrição. Os filtros seguem as categorias sozinhos.
  3. Ajuste as regras comerciais: faixa de frete grátis, se existe linha de imposto separada, quais cupons ficam de pé.
  4. Revise a seção de prova. Os números do topo são afirmações sobre o seu negócio, então ou eles são verdadeiros ou saem da página.
  5. Abra o carrinho vazio e a lista de pedidos vazia no celular. São as duas telas que todo cliente novo vê primeiro e as duas que ninguém testa.

Vá um passo por vez e olhe o resultado depois de cada um. Toda construção é aberta em uma sandbox antes de chegar até você, então edição que quebra a página é reportada como falha em vez de ser entregue quebrada, e uma reconstrução simples leva cerca de um minuto.

Quanto custa adaptar o Glow Lab em créditos?

Clonar o modelo não consome nada, porque a página pronta é copiada para o projeto sem chamar o modelo de linguagem. Só as edições entram na conta.

Ação Créditos Quando usar
Clonar o modelo nenhum Cópia de uma loja pronta, sem IA
Uma edição no chat 3 Marca, catálogo, uma regra comercial
Reconstrução completa 6 Quando recomeçar sai mais limpo que consertar
Plataforma multipágina, três primeiras páginas 12 Página por categoria ou por produto
Cada página adicional 3 Mais uma seção da plataforma
Edição no modo Hi-Fi 6 Acabamento visual mais caprichado
Construção no modo Hi-Fi 12 Mesmo fator, na construção

O plano gratuito dá 5 créditos, o suficiente para clonar e fazer uma edição, ou seja, para ver a sua marca no topo da vitrine antes de decidir qualquer coisa. O Pro custa $25 por mês com 200 créditos, algo em torno de 66 edições ou 33 construções, e o Business custa $99 por mês com 800 créditos. Uma troca de marca com catálogo substituído e regras ajustadas costuma caber em uma dúzia de edições.

O que precisa ser conectado antes de vender?

O carrinho do modelo calcula certo e não cobra nada. Tudo o que ele sabe vive na aba aberta, então recarregar a página esvazia o carrinho. Três conexões separam isso de uma loja de verdade.

O Stripe cuida do pagamento no cartão e das assinaturas, se você vender plano de reposição. Peça isso como edição própria e diga o que acontece depois do pagamento aprovado, porque a tela de confirmação é a parte que sempre fica de fora. O caminho completo está no guia de pagamentos com Stripe.

O Supabase guarda produtos, pedidos e clientes, e entrega o login que faz um pedido pertencer a alguém. Sem ele, o histórico de pedidos é maquete que reinicia, por mais convincente que pareça na demonstração.

Depois vêm o Resend para o e-mail de confirmação, o domínio próprio porque loja em subdomínio perde confiança na hora errada, e o Google Analytics para enxergar onde as pessoas desistem entre a prateleira e o checkout. Nessa ordem: pagamento, banco, e-mail, domínio, medição.

O que esse modelo não resolve no Brasil?

Quatro limites que é melhor conhecer antes de marcar data de lançamento.

Pix e boleto não são integrações prontas. Para catálogo pequeno, chave Pix com QR code na página e conferência manual no extrato funcionam, mas isso é operação sua, não recurso do modelo. A comparação entre os dois caminhos está no modelo Maison, que resolve a mesma vitrine com outro tom.

Estoque não é controlado. Nada diminui quando um pedido é feito, e nada impede duas pessoas comprarem a última unidade. Contador simples dá para construir, mas estoque com variação é sistema, não edição.

A parte sanitária e de rótulo é sua. Produto de cuidado pessoal tem regras de regularização, e uma frase que promete tratar doença muda a categoria do que você vende. Escreva o texto da vitrine com isso em mente e confira com quem entende antes de publicar.

E a parte legal continua com você: política de troca com o prazo de sete dias de arrependimento para compra fora da loja física, dados do CNPJ, canal de contato e emissão de nota. O construtor escreve a página, não a obrigação por trás dela. Em comércio complexo, o Zugo não substitui um time de desenvolvimento, e saber disso antes sai mais barato que descobrir na terceira semana.

Por onde começar?

Abra a galeria, encontre o Glow Lab entre as lojas e coloque alguma coisa no carrinho na pré-visualização. Ver o total, o frete e o cupom se comportarem já diz em meio minuto se a lógica de compra combina com a loja que você tem na cabeça.

Depois trabalhe de dentro para fora: marca, catálogo, regras comerciais, telas vazias, e só então pagamento e domínio. Clonar é de graça, então um modelo que não serve custa um clique, não uma construção.

Dá para começar a reescrever agora em zugo.dev. Os créditos do plano gratuito bastam para colocar o seu nome e os seus produtos na prateleira, que é o ponto em que fica claro se essa é a loja que você queria ou se o formato era outro.

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