Template Ledgerly: cobrança de freelancer com painel
Template Ledgerly: cobrança de freelancer com painel
O Ledgerly é um dos 25 modelos prontos do Zugo: uma página de vendas de serviço de cobrança para autônomos, com painel de faturas junto. Vem com tabela de faturas, status, gráfico de recebimento e ranking de clientes. Clonar não gasta crédito, e tudo depois é edição no chat.
Ele é do tipo que engana quem olha rápido. Parece um sistema financeiro inteiro, mas é uma página com dados de exemplo dentro. Saber onde termina a demonstração é a diferença entre usar bem e prometer o que não existe.
O que vem dentro do Ledgerly?
O modelo tem duas metades que funcionam como projetos diferentes coladas no mesmo arquivo: a página que convence e o painel que demonstra.
| Parte | O que traz | Para que serve |
|---|---|---|
| Página de vendas | Destaque com fatura de exemplo que vira ao clicar, quatro benefícios, bloco de confiança, tabela de planos com chave mensal e anual, perguntas frequentes em sanfona, chamada final | Explicar o serviço e capturar interesse |
| Entrar | E-mail, senha e botão de acesso que leva ao painel | Mostrar o produto por dentro |
| Painel de faturas | Indicadores de valor a receber e recebido, prazo médio de pagamento, gráfico por período, ranking de clientes, tabela com filtro por status | Convencer com o produto em vez de com adjetivo |
A tabela de faturas traz nove registros de exemplo, cada um com cliente, descrição do trabalho, valor, vencimento e um status entre rascunho, enviada, vencida e paga. Os filtros no topo funcionam de verdade: clicar em vencidas reduz a lista e recalcula a contagem.
A chave de mensal para anual na tabela de planos também responde, trocando os valores na tela. Ela existe para você ver o efeito, e os números por trás são atributos no código, não uma regra de preço ligada a nada.
Para quem esse modelo serve?
O encaixe mais direto é quem vende serviço e precisa parecer organizado antes de ser: designer, fotógrafo, agência pequena, consultoria, escritório de arquitetura. A página explica o serviço e o painel mostra que existe processo por trás.
Ele também serve como demonstração de produto para quem está validando um sistema de cobrança próprio. Antes de escrever software, você mostra a tela para dez clientes potenciais e escuta o que falta. Isso custa uma tarde em vez de dois meses.
E serve como painel interno de acompanhamento, com dados digitados por você, para quem tem poucas faturas por mês e hoje usa planilha. É pior que planilha para calcular e melhor que planilha para mostrar para alguém.
Onde ele não serve é como sistema de faturamento de verdade, com emissão fiscal, conciliação bancária e histórico auditável. Isso não é ajuste de tela, é produto financeiro, e o guia de como criar um app de cobrança com IA trata do assunto com mais espaço.
Como adaptar a cobrança para o jeito brasileiro?
O modelo nasceu com uma lógica de cobrança internacional, e o Brasil cobra de outro jeito. Três edições resolvem a maior parte da distância.
- Troque os meios de recebimento. Aqui o padrão é Pix, com cartão em segundo lugar e boleto para empresa. Peça para a linha de pagamento mostrar chave Pix com QR code e reserve o cartão para quem prefere parcelar.
- Ajuste o vocabulário fiscal. Fatura vira nota fiscal de serviço, e as duas coisas não são a mesma. Recibo não substitui nota, e quem contrata como pessoa jurídica vai pedir a nota antes de pagar.
- Reescreva o bloco de confiança. Frases como criptografia de nível bancário são texto, não certificação. Se você não tem aquilo, tire da página, porque promessa de segurança que não se sustenta é o pior tipo de promessa.
Vale acrescentar o que o modelo não previu e todo autônomo brasileiro precisa: campo de CNPJ ou CPF, condição de pagamento combinada em contrato, regra de multa e juros por atraso, e o aviso de que o serviço começa depois da confirmação do pagamento quando for esse o seu caso.
Quanto custa adaptar o Ledgerly em créditos?
Clonar não consome nada, porque a página pronta é copiada para o projeto sem chamar o modelo de linguagem. Só edição e construção entram na conta.
| Ação | Créditos |
|---|---|
| Clonar o modelo da galeria | nenhum |
| Uma edição no chat | 3 |
| Construção completa do zero | 6 |
| Plataforma multipágina, três primeiras páginas | 12 |
| Cada página adicional | 3 |
| Edição no modo Hi-Fi | 6 |
| Construção no modo Hi-Fi | 12 |
O plano gratuito dá 5 créditos, que cobrem o clone e uma edição, o suficiente para ver o seu nome no topo. O Pro custa $25 por mês com 200 créditos, cerca de 66 edições ou 33 construções, e o Business custa $99 por mês com 800 créditos. Trocar marca, textos, meios de pagamento e a tabela de exemplo costuma ficar entre seis e doze edições.
Uma construção simples leva cerca de um minuto, e a página é aberta em uma sandbox antes de chegar até você, então edição que quebra o painel é reportada como falha em vez de ser entregue quebrada.
O que precisa ser conectado para cobrar de verdade?
O painel do modelo é uma vitrine com dados fixos. Nada é salvo, nada é enviado e recarregar a página devolve tudo ao estado inicial. Duas conexões mudam isso de patamar.
O Supabase guarda clientes, faturas e usuários, e entrega o login que faz cada fatura pertencer a alguém. Sem banco, cada visita começa do zero, por mais convincente que a tabela pareça. O caminho está no guia de banco de dados e login com Supabase.
O Stripe cuida do pagamento no cartão e das assinaturas, quando você trabalha com retainer mensal. Ele resolve cartão internacional muito bem e não resolve Pix nem boleto, que continuam sendo operação sua ou de outro serviço. O panorama está em dá para construir com pagamento.
Depois vêm Resend para o e-mail de cobrança, domínio próprio porque cobrança que chega de um subdomínio estranho parece golpe, e exportação pelo GitHub se você quiser levar o código adiante.
O que esse modelo não resolve?
Emissão de nota fiscal é o limite mais duro. NFS-e é emitida no sistema da prefeitura, cada cidade tem o seu, e isso não sai de um prompt. Trate como integração feita sob medida ou continue emitindo pelo portal do município.
Conciliação bancária também fica de fora. O modelo mostra o status que você digitar, e ninguém confere se o dinheiro entrou. Marcar como paga uma fatura que não foi paga é fácil demais, e essa é a fonte clássica de confusão em controle caseiro.
Cálculo de imposto não existe e é melhor que não exista mesmo. Regime tributário, retenção na fonte e obrigação acessória são assunto de contador. Uma tela que finge calcular imposto é mais perigosa que uma tela que não calcula nada.
E vale repetir o óbvio: em produto financeiro complexo, o Zugo não substitui um time de desenvolvimento. O modelo tira você da planilha e coloca em uma página apresentável. De planilha para sistema é outro caminho, mais longo, e ele começa com a exportação do código.
Por onde começar?
Abra a galeria, encontre o Ledgerly, clique na fatura do topo para ver ela virar e depois entre no painel pela tela de acesso. Em dois minutos você sabe se o formato combina com o jeito que você cobra hoje.
Depois clone, troque a marca em uma edição, substitua as faturas de exemplo por três reais e mostre para um cliente antes de investir mais. A pergunta que importa é se ele entendeu quanto deve e como pagar, e isso nenhum gráfico bonito responde por você.
O clone é gratuito e os créditos iniciais chegam até a primeira versão sua. Comece em zugo.dev, coloque o seu nome na fatura de exemplo e veja se ela parece com a cobrança que você quer mandar.