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Template Loopmail: automação de e-mail com console

Template Loopmail: automação de e-mail com console

O Loopmail é um dos 25 modelos prontos do Zugo: página de vendas de um serviço de automação de e-mail, com console de campanhas junto. Traz tabela de campanhas com status e taxa de abertura, lista de segmentos e indicadores no topo. Clonar não gasta crédito, e o resto é edição no chat.

O detalhe que muda tudo: o modelo mostra como um serviço de e-mail se parece, e não envia e-mail nenhum. Isso não é defeito, é o ponto de partida. Enviar é a parte que se conecta depois.

O que já está montado no Loopmail?

São duas metades no mesmo arquivo, com propósitos diferentes. A primeira vende a ideia, a segunda mostra o produto por dentro.

Parte O que traz
Página de vendas Destaque com a promessa, quatro recursos (fluxos, segmentos, teste A/B, entregabilidade), galeria de modelos de mensagem, passo a passo em três etapas, tabela de planos com chave mensal e anual, perguntas frequentes em sanfona
Entrar Tela de acesso com e-mail e senha que leva ao console
Console de campanhas Indicadores de abertura, clique e receita, tabela com sete campanhas, filtro por status, minigráfico por campanha, lista de segmentos com contagem

A tabela de campanhas separa o que já foi enviado, o que está agendado e o que ainda é rascunho, e cada linha carrega o público, o tamanho dele e um minigráfico de tendência. Os filtros no topo funcionam e recalculam a contagem, então dá para clicar e ver a lista responder.

A lista de segmentos traz quatro grupos de exemplo com nomes que fazem sentido em qualquer operação: engajados nos últimos trinta dias, primeira compra, em risco de sumir e compradores fiéis. Essa nomenclatura já é meio caminho para pensar a sua própria segmentação.

Para quem esse modelo funciona?

Encaixe mais direto: quem vende serviço de marketing e precisa de uma página que explique automação de e-mail sem depender de captura de tela de outra ferramenta. O console dá credibilidade porque mostra o formato do trabalho, não só a promessa.

Serve também para validar um produto antes de construir. Você monta a página, mostra o console para dez pessoas do público que quer atender e escuta o que falta. Escutar isso antes de programar economiza meses, e a página custa uma tarde.

Um terceiro uso, menos óbvio: painel interno de acompanhamento de campanhas para uma equipe pequena, alimentado à mão. Não substitui a ferramenta de envio, mas junta em uma tela o que hoje mora em três lugares diferentes.

Onde ele não serve é como plataforma de disparo. Envio em volume envolve reputação de domínio, fila, tratamento de rejeição e descadastro automático, e nada disso é problema de interface.

Os números do console são reais?

Não. São dados de exemplo escritos no código, e é importante dizer isso com todas as letras antes que alguém mostre a tela como se fosse resultado. Taxa de abertura, contagem de segmento e receita estão ali para dar forma ao layout.

Isso tem uma consequência prática boa: você pode substituir esses números pelos seus em uma edição, colando a lista real de campanhas. E tem uma consequência ruim: se você deixar como está e apresentar para um cliente, está mostrando resultado inventado, o que é um problema seu, não da ferramenta.

A regra que evita constrangimento é simples. Ou os números viram os seus, ou a tela recebe uma marca clara de demonstração. As duas saídas custam uma edição, e as duas são melhores que a terceira.

O que a LGPD exige de quem coleta e-mail?

Essa é a parte que o modelo, nascido fora do Brasil, não cobre e que muda o texto da sua página. Endereço de e-mail é dado pessoal, e coletar exige base legal, finalidade declarada e caminho fácil de saída.

Na prática, três ajustes no formulário de captura resolvem o essencial: dizer o que a pessoa vai receber e com que frequência, apontar quem é o responsável pelos dados e como falar com ele, e garantir que o link de descadastro apareça em toda mensagem enviada, não só na primeira.

Caixa marcada por padrão e lista comprada são o caminho curto para a pior combinação possível: risco jurídico de um lado e domínio queimado do outro. Provedor que recebe muita denúncia de spam simplesmente para de entregar as suas mensagens, e recuperar reputação leva meses. O panorama de dados e responsabilidade está em os meus dados estão seguros.

Quanto custa adaptar o Loopmail em créditos?

Clonar não consome nada, porque a página pronta é copiada para o projeto sem chamar o modelo de linguagem. Só edição e construção entram na conta.

Ação Créditos
Clonar o modelo da galeria nenhum
Uma edição no chat 3
Construção completa do zero 6
Plataforma multipágina, três primeiras páginas 12
Cada página adicional 3
Edição no modo Hi-Fi 6
Construção no modo Hi-Fi 12

O plano gratuito dá 5 créditos, que cobrem o clone e uma edição. O Pro custa $25 por mês com 200 créditos, algo como 66 edições ou 33 construções, e o Business custa $99 por mês com 800 créditos. Trocar marca, textos, campanhas de exemplo e adequar o formulário à LGPD costuma ficar entre seis e dez edições.

O que conectar para o e-mail sair de verdade?

O Resend está na lista de integrações e é o caminho de envio. Ele cuida do disparo a partir do seu domínio, o que separa mensagem que chega na caixa de entrada de mensagem que morre no spam. O passo a passo está em envio de e-mail com Resend.

Antes disso vem a autenticação do domínio. Os registros de identificação do remetente precisam estar configurados na sua zona de DNS, e isso é trabalho de uma vez só que vale mais para a entregabilidade do que qualquer texto de assunto criativo.

O Supabase guarda a lista de inscritos, o consentimento registrado e a data em que ele foi dado. Guardar essa data importa: sem ela, você não consegue demonstrar que a pessoa pediu para receber. E o domínio próprio fecha o conjunto, porque remetente em subdomínio genérico reduz confiança e taxa de abertura junto.

Se o objetivo for só capturar assinantes, sem console, existe caminho mais curto descrito em como criar uma página de captura de newsletter.

O que esse modelo não faz?

Editor de fluxo por arrastar e soltar é ilustração na página de vendas, não ferramenta funcional dentro do modelo. Construir um editor visual de automação é software de verdade, com meses de trabalho, e prometer isso em uma edição seria mentira.

Teste A/B também é texto. Rodar dois assuntos e escolher o vencedor exige envio real e amostra estatística, o que mora na ferramenta de disparo, não na página.

Métrica de abertura, mesmo quando você conectar tudo, é menos confiável do que parece, porque parte dos clientes de e-mail carrega imagens automaticamente. Clique é o número que sustenta decisão.

E fica a fronteira honesta: para um produto de e-mail marketing completo, o Zugo não substitui um time de desenvolvimento. O modelo entrega a página, o console de apresentação e o começo do fluxo de captura, que já é bastante para começar a listar gente de verdade.

Por onde começar?

Abra a galeria, encontre o Loopmail, entre no console pela tela de acesso e filtre a tabela por status. Em dois minutos você sabe se o formato conversa com o jeito que você trabalha campanha hoje.

Depois clone, troque a marca em uma edição, substitua as campanhas de exemplo pelas suas e ajuste o formulário de captura antes de divulgar o link. A ordem importa: coletar e-mail com o texto errado gera um passivo que você vai ter que limpar depois.

O clone é gratuito e os créditos iniciais chegam até a primeira versão sua. Comece em zugo.dev, publique a página de captura e veja o primeiro inscrito entrar antes de pensar em automação.

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