Template Noire: portfólio escuro de fotografia no Zugo
Template Noire: portfólio escuro de fotografia no Zugo
O Noire é o portfólio escuro de fotografia dentro da galeria de 25 modelos do Zugo. Ele vem como um site público com grade de trabalhos, um texto de artista, uma ficha de exposições e contato, mais uma área de estúdio atrás de uma tela de entrada. Clonar não custa nada, e cada mudança depois disso é um pedido no chat de 3 créditos.
O que vem no template Noire?
O modelo é feito de duas metades. Tudo que o visitante vê é uma página longa de rolagem com seções numeradas, e tudo que o fotógrafo vê fica atrás de uma tela de entrada separada.
| Seção | O que ela contém |
|---|---|
| Abertura | Linha de disciplina, duas cidades de base, ano de fundação, nome em corpo enorme e uma frase de manifesto |
| 01 Trabalhos selecionados | Sete peças em grade assimétrica, cada uma com título, ano e técnica |
| 02 Texto | Um texto curto de artista com duas frases em destaque e uma assinatura |
| 03 Exposições | Cinco registros com ano, título, função e local |
| 04 Contato | E-mail, perfil social, representação de galeria e volta ao topo |
| Entrada do estúdio | E-mail e senha, link de recuperação e link de criação de conta |
| Painel do estúdio | Contadores de total, publicados e rascunhos, tabela filtrável do acervo e formulário de inclusão |
A página pública tem uma confiança tipográfica incomum. O nome corre em tamanho de display, as legendas ficam pequenas e factuais, e os trabalhos carregam numeração de catálogo, o que faz sete imagens parecerem uma exposição em vez de uma pasta. Essa contenção é a razão de o modelo aguentar uma troca de assunto.
O painel do estúdio é a parte que a maioria dos portfólios pula. Ele dá ao fotógrafo um lugar para administrar obras, exposições, cópias e tiragens, com uma tabela mostrando técnica, ano e situação de publicação, e um formulário para acrescentar peça nova ao acervo.
O que funciona e o que some ao recarregar?
A navegação, as âncoras das seções, os filtros da tabela do acervo e o formulário de inclusão respondem certo. Dá para alternar entre todos os trabalhos, publicados e rascunhos, e acrescentar uma linha que aparece na tabela na hora.
O que essa linha não faz é sobreviver a um recarregamento. O painel do estúdio guarda o estado na memória da sessão, então recarregar a página devolve tudo ao acervo original do modelo. A tela de entrada segue a mesma lógica: é a interface de uma conta, não um sistema de contas, e não confere senha nenhuma.
Para um portfólio, essa distinção costuma ser inofensiva, porque site de fotografia é conteúdo que você atualiza de vez em quando, não dado que o visitante cria. Se você quiser mesmo que o estúdio seja um bastidor de verdade, com envios que ficam salvos e entrada restrita a você, isso é banco de dados e camada de conta pelo conector do Supabase, e é um projeto de verdade em vez de mais um pedido no chat.
Decidir entre os dois antes de começar vale cinco minutos. A maior parte dos fotógrafos publica um site estático e atualiza por chat, o que não custa nada a mais e nunca quebra.
As fotos que aparecem no modelo são reais?
Não, e essa é a coisa mais importante de saber antes de se apaixonar pela prévia. Cada quadro da grade de trabalhos é gerado no navegador a partir de gradientes e camadas de cor. Não existe um único arquivo de imagem dentro do modelo.
Isso é proposital. Um modelo que viesse com banco de imagens pareceria o portfólio de outra pessoa, e licenciar uma foto que você não tirou é um problema que ninguém quer herdar. Também significa que a sua primeira tarefa de verdade é subir as suas próprias fotos, assunto tratado em posso usar minhas próprias imagens.
Na prática, isso muda a ordem do trabalho. Coloque quatro ou cinco fotos reais primeiro e só depois julgue o layout, porque uma grade calibrada para blocos de cor abstratos se comporta de outro jeito quando imagens com contraste próprio entram nela. A proporção costuma ser a surpresa: a grade mistura células altas e largas, então peça uma proporção específica em vez de aceitar o corte que vier.
Com as imagens dentro, as legendas trabalham bastante. Título, ano e técnica nessa ordem é uma convenção que o público de galeria já lê com fluência, e mantê-la faz um portfólio amador parecer pensado.
Para quem o Noire serve e quem deveria pular?
Serve para trabalhos visuais organizados por peça e não por cliente: fotógrafos, pintores, escultores, ilustradores, ceramistas, tatuadores, cenógrafos. A lista de exposições ainda faz dele uma escolha natural para quem tem um histórico público a mostrar, incluindo curadores e galerias pequenas.
Serve mal quando o site precisa vender direto. Não existe carrinho, página de produto nem finalização de compra no Noire, então uma loja de cópias significa acoplar o Stripe ou partir de um dos modelos de loja. O caminho da cobrança está descrito em o que muda ao conectar o Stripe. Também serve mal para negócios de serviço que precisam de tabela de preços e agendamento.
Existe um caso intermediário que vale nomear. Se você gosta do clima escuro e editorial, mas o seu assunto é fotografia comercial com trabalho de cliente, mantenha a casca e troque o vocabulário: trabalhos viram projetos, técnica vira cliente, exposições viram imprensa. A estrutura aguenta. Se além do portfólio você precisa de uma área para o cliente acompanhar o andamento, o template Northbound já nasce com essa metade.
O que precisa ser reescrito antes de publicar?
Tudo que tem nome dentro. O modelo vem com um fotógrafo fictício, uma biografia inventada e uma lista de exposições que não é sua. Publicar essa ficha embaixo do seu nome é uma afirmação falsa sobre a sua carreira, e é o jeito mais rápido de se queimar exatamente com o público que você quer alcançar.
A lista de substituições é curta e mecânica: o nome no topo e no rodapé, a linha de disciplina, as duas cidades, o ano de fundação, o texto de artista, os cinco registros de exposição, o e-mail, o perfil social e a linha de representação. Uma edição bem escrita cobre quase tudo isso se você trouxer os valores reais dentro do pedido.
A linha de direitos autorais no rodapé passa batido porque fica embaixo e em corpo pequeno. O título da aba do navegador também, e ele continua com o nome de demonstração até você pedir. Os dois aparecem em captura de tela e em resultado de busca, que é justamente onde ninguém quer o nome de um estranho.
Quanto custa deixar o Noire com a sua cara?
Clonar não cobra nada, então a primeira cobrança aparece na primeira edição. Um portfólio realista leva uma edição para identidade e textos, uma para imagens e legendas, uma para a lista de exposições e mais uma ou duas de estilo.
| Ação | Custo |
|---|---|
| Clonar o modelo em um projeto novo | Sem custo, não chama a IA |
| Uma edição no chat | 3 créditos |
| Construção a partir de uma descrição | 6 créditos |
| Plataforma multipágina | 12 créditos nas três primeiras páginas, depois 3 por página |
| Modo Hi-Fi | O dobro: 6 por edição e 12 por construção |
O plano gratuito dá 5 créditos, o Pro custa $25 por mês com 200 créditos e o Business custa $99 por mês com 800. Duzentos créditos dão cerca de 66 edições no mês, então reconstruir um portfólio é uma fração pequena de um mês de Pro.
Publicar coloca o site em um endereço no formato seunome.zugo.run, e o domínio próprio se conecta por cima. Antes de chegar até você, cada construção é aberta em uma sandbox, e a que não carrega não é entregue. Isso protege de página quebrada, não de página que carrega e ainda assim não é a que você imaginou.
Onde o Noire para?
É um site, não uma loja nem um sistema de clientes. Vender cópias significa acrescentar o Stripe, e um estúdio com entrada de verdade significa acrescentar o Supabase. Os dois são conectores oficiais e os dois são trabalho a mais, não uma caixinha para marcar.
Comportamento muito específico chega em várias edições. Galeria de cliente protegida por senha, marca d'água ou um fluxo de pedido com tamanhos e molduras se descreve por partes e se confere um pedaço de cada vez.
O Zugo não substitui um time de desenvolvimento em um produto complexo. Um portfólio, um site de estúdio e um acervo pequeno estão dentro do alcance. Se aquilo que você está construindo virar um marketplace com muitos vendedores, uma hora você vai querer engenheiros, e a exportação para o GitHub existe para que o código possa ir junto.
Qual é o primeiro passo?
O movimento prático leva minutos. Abra a galeria em zugo.dev, clone o Noire, troque o nome e as três primeiras imagens pelas suas e olhe o resultado no celular antes de decidir qualquer outra coisa.