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Como criar uma página de preços de SaaS sem código

Como criar uma página de preços de SaaS sem código

Você descreve os planos, o que cada um inclui e qual deles é o recomendado. O Zugo gera a página com tabela comparativa, alternância entre mensal e anual, perguntas frequentes e botões de assinatura. A construção custa 6 créditos, o Stripe cuida da cobrança e o endereço publicado fica em seu-slug.zugo.run.

A parte difícil dessa página nunca foi o layout. É decidir o que entra em cada plano, e essa decisão continua sendo sua depois que a tela estiver pronta.

O que a página de preços precisa responder em dez segundos?

Três perguntas: quanto custa, o que vem junto e o que acontece se eu quiser cancelar. Quem chega ali já passou da fase de entender o produto, então parágrafo de apresentação no topo só empurra o número para baixo da dobra.

Preço visível é o primeiro item. Esconder valor atrás de "fale com vendas" faz sentido em contrato corporativo grande, e faz muito pouco sentido num SaaS de autoatendimento. Quem não vê preço supõe que é caro e fecha a aba.

O segundo item é a diferença entre os planos escrita em uma linha por plano. Não a lista de trinta recursos, e sim a frase que diz para quem cada plano serve. "Para quem está testando", "para quem já tem clientes pagando", "para quem tem time".

O terceiro é a saída. Uma linha sobre cancelamento, cobrança recorrente e o que acontece com os dados depois. Isso não afasta ninguém: tira o medo de quem está com o cartão na mão e a dúvida na cabeça.

Quantos planos colocar e qual deles destacar?

Três costuma ser o número certo para autoatendimento. Dois vendem mal porque não existe referência de comparação, e cinco travam a decisão porque exigem que a pessoa estude a sua tabela antes de comprar.

Quantidade de planos Quando funciona Risco
Um plano só Produto novo com uma proposta única Perde quem precisaria de menos e quem pagaria mais
Dois planos Gratuito mais pago, produto simples Sem plano do meio, o caro parece caro demais
Três planos Padrão do autoatendimento Exige recorte honesto do que fica de fora
Quatro ou mais Público muito diferente entre si Decisão lenta, dúvida no suporte

O plano do meio é o que costuma ser assinado, e por isso ele é o que merece o destaque visual. Marcar como "mais escolhido" só vale se for verdade: se você inventar isso na primeira semana de vida do produto, é propaganda enganosa contada em letra pequena.

Um erro comum é montar os planos por quantidade de recursos. Funciona melhor separar por tamanho de uso: número de projetos, de usuários, de envios. Recurso cortado gera frustração, limite de uso gera crescimento natural para o plano de cima.

Como escrever o prompt que gera a página de preços?

Descreva os planos como se estivesse explicando para alguém do time comercial. Quanto mais concreto, menos edição depois.

Crie uma página de preços para um SaaS de [o que o produto faz].
Três planos: Inicial, Profissional e Empresarial.
Para cada plano: nome, uma frase de quem deve usar, o valor
mensal, o valor anual com desconto e a lista do que inclui.
Destaque visualmente o plano Profissional.
Inclua uma tabela comparativa detalhada abaixo dos cartões.
Inclua um bloco de perguntas frequentes com: como funciona o
cancelamento, se existe teste gratuito, quais meios de
pagamento e o que acontece ao ultrapassar o limite.
Botão de cada plano leva para o checkout.
Tom: direto, sem palavra de marketing vazia.

Compare com "faça uma página de preços". As duas geram algo bonito. Só a primeira gera a sua, com a tabela comparativa e o bloco de dúvidas que o time de suporte responde toda semana.

Se você ainda não fechou os valores, gere assim mesmo com números provisórios e ajuste depois. Uma rodada de edição custa 3 créditos, e mudar preço numa página já construída é uma das operações mais baratas que existem.

Mensal ou anual: como mostrar os dois sem confundir?

Com um botão de alternância e uma regra: o valor exibido deve ser sempre o valor por mês, mudando só a informação de que a cobrança é anual. Quem vê um número doze vezes maior aparecer na tela sente que o preço subiu.

O desconto anual precisa estar escrito em porcentagem ou em meses grátis, nunca nos dois formatos ao mesmo tempo. Duas formas de contar o mesmo desconto na mesma tela fazem a pessoa desconfiar da conta.

Uma coisa que quase todo mundo esquece: dizer se o valor inclui impostos. No Brasil isso muda a expectativa de quem vai emitir nota e de quem vai lançar a despesa na contabilidade. Uma linha resolve, e a ausência dela vira ticket de suporte.

Se o seu público é brasileiro, vale conferir na sua conta do Stripe quais meios de pagamento estão habilitados antes de prometer qualquer coisa na página. Escrever na tela algo que o checkout não aceita é o tipo de detalhe que só aparece na primeira venda perdida.

Como ligar a cobrança de verdade com o Stripe?

A página em si é vitrine. A cobrança acontece no Stripe, que é a integração responsável por pagamento e assinatura, incluindo renovação, falha de cartão e cancelamento.

O caminho prático é este: primeiro você constrói a página com os botões apontando para o checkout, depois cria os produtos e preços na sua conta do Stripe e por último conecta os dois. Fazer na ordem inversa costuma gerar retrabalho, porque o nome dos planos muda enquanto você escreve a página.

Assinatura recorrente traz consequências que não cabem numa página só: upgrade no meio do ciclo, cobrança proporcional, aviso de cartão vencido. Nada disso é layout, é regra de negócio, e cada uma se resolve com uma ou duas rodadas de edição. O panorama completo da integração está em construtor de apps com IA e Stripe.

Se o seu produto tem uma área logada depois da compra, a página de preços é só a porta de entrada. O que vem depois dela está descrito em como criar um painel de SaaS.

Quanto custa em créditos montar e manter a página?

Créditos são consumidos para gerar e editar. Publicar não custa nada, e o tráfego que a página recebe depois também não.

Ação no Zugo Créditos
Construção da página de preços 6
Cada rodada de edição 3
Site multipágina, três primeiras páginas 12
Cada página adicional 3
Construção no modo Hi-Fi 12
Edição no modo Hi-Fi 6
Publicar em seu-slug.zugo.run 0

O plano gratuito dá 5 créditos, menos que uma construção completa, então ele serve para experimentar a ferramenta. O Pro custa $25 por mês com 200 créditos, o equivalente a cerca de 16 plataformas multipágina, 33 construções ou 66 edições. O Business custa $99 por mês com 800 créditos.

Página de preços é das que mais mudam ao longo do ano: valor novo, plano novo, recurso que sobe de nível. Contar cinco a oito edições por ano é realista, e isso cabe com folga em qualquer um dos planos pagos.

Quanto tempo leva do prompt até a página no ar?

Uma construção de página única fica pronta por volta de um minuto. Se a página de preços faz parte de um site com várias telas, são alguns minutos, porque cada tela é gerada e verificada.

Antes da entrega, o projeto passa por uma verificação em sandbox: se não abre, não é entregue. Isso elimina o pior cenário, que é gastar crédito e receber um link quebrado.

O que essa verificação não faz é conferir se o preço escrito está certo. Ela confirma que a página sobe, não que o plano Profissional custa o que você combinou com o sócio. Leia a tabela em voz alta antes de divulgar o endereço.

Que erros derrubam a conversão de uma página de preços?

Comparação impossível de ler. Tabela com trinta linhas e três colunas de sinais verdes não ajuda ninguém a escolher. Corte para as dez diferenças que realmente separam os planos.

Nome de plano criativo demais. "Decolar", "Órbita" e "Galáxia" obrigam a pessoa a traduzir mentalmente antes de comparar. Nome que descreve o tamanho vende melhor que nome que descreve o clima da marca.

Ausência de perguntas frequentes. Cancelamento, teste gratuito, troca de plano e nota fiscal são as quatro dúvidas que aparecem sempre. Responder ali economiza atendimento e destrava a compra na hora.

Botão que muda de texto entre os planos. "Começar agora", "Assinar" e "Falar com a gente" na mesma linha criam a impressão de que um dos caminhos é pior. Mantenha o mesmo verbo, mude só quando o processo for realmente diferente.

O que o Zugo não faz numa página de preços?

Ele não substitui um time de desenvolvimento num produto complexo. Lógica de cobrança sofisticada (preço por uso medido, cobrança por assento com proporcional, contrato anual com faturamento à parte) se aproxima por edições sucessivas, e não sai pronta de um único prompt.

Ele também não decide o seu preço. Nenhuma ferramenta faz isso: o número vem do seu custo, do seu mercado e de conversas com quem já paga.

E não existe cálculo automático de imposto na página. Se o seu caso exige mostrar valor com e sem tributo por região, isso é regra de negócio, e o caminho realista é resolver por edição ou, se o produto crescer, exportar o código pelo GitHub e seguir com uma pessoa desenvolvedora. Sobre aceitar dinheiro de verdade num projeto gerado, vale ler a IA consegue criar algo com pagamentos.

Por onde começar?

Escreva os três planos num papel antes de abrir qualquer ferramenta: nome, para quem serve, o que limita e quanto custa. Esse é o trabalho que a IA não faz por você, e é também o que determina se a página vai converter.

Com isso pronto, o prompt sai em cinco minutos e a primeira versão nasce revisável. Dá para começar em zugo.dev pelo plano gratuito e ligar o Stripe quando os valores estiverem fechados.

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