Como criar o site de uma escola de idiomas sem programar
Como criar o site de uma escola de idiomas sem programar
Você descreve os idiomas, os níveis, os formatos de turma e o que o aluno precisa informar para se matricular, e o Zugo monta o site com as páginas de curso e o formulário. Uma construção custa 6 créditos e sai em torno de um minuto. As inscrições ficam no Supabase e a mensalidade é cobrada com Stripe.
Quem entra no site de uma escola de idiomas?
Três públicos com dúvidas completamente diferentes. O adulto que quer inglês para o trabalho pergunta horário, formato e se dá para conciliar com a rotina. Ele decide por conveniência antes de decidir por método.
A mãe ou o pai que procura curso para o filho pergunta outra coisa: quem é o professor, como é a turma, qual a idade dos colegas e se existe reposição de aula perdida. Segurança e previsibilidade pesam mais do que qualquer promessa de fluência rápida.
A empresa que busca aula in company pergunta uma terceira coisa: se a escola vai até lá, como funciona a nota fiscal, como é medido o progresso da turma e quem responde quando o funcionário some. Esse cliente lê pouco e quer falar com alguém.
Escolher o público principal antes de escrever muda a página inteira. Escola que vive de turma de criança e escreve o site inteiro para executivo perde nos dois lados. Se você atende mais de um perfil, dê a cada um a sua própria seção, com a linguagem que ele reconhece.
O que precisa estar na página para o aluno decidir?
Informação que responde objeção, não adjetivo sobre qualidade de ensino.
| Seção | O que ela responde | Erro comum |
|---|---|---|
| Idiomas e níveis | De onde eu começo | Listar só "básico, intermediário, avançado" |
| Formatos de turma | Grupo, particular, online, in company | Misturar tudo num parágrafo |
| Horários e calendário | Cabe na minha semana | Deixar para o contato |
| Professores | Quem vai me ensinar | Foto sem nenhuma informação |
| Como é a aula | O que acontece na prática | Discurso de metodologia sem exemplo |
| Matrícula e valores | Quanto custa e o que está incluso | Esconder até a conversa |
| Aula experimental | Posso testar antes | Botão escondido no rodapé |
A parte de níveis merece cuidado. Usar a escala do Quadro Comum Europeu, de A1 a C2, ajuda quem já estudou antes e não diz nada para quem nunca estudou. A saída é dar os dois: o código do nível e uma frase concreta do tipo "você se apresenta e pede informação na rua".
Valores são o assunto mais evitado e o que mais gera contato inútil quando fica escondido. Você não precisa publicar tabela completa, mas uma faixa e o que está incluso, com material e taxa de matrícula, filtra muita conversa que não ia terminar em aula.
Como resolver o teste de nivelamento sem sistema caro?
Com um questionário simples de múltipla escolha na própria página, que classifica o aluno numa faixa e o encaminha para o contato. Não é uma avaliação pedagógica completa, e não deve ser vendida como tal.
O formato que funciona é curto: dez a quinze perguntas de dificuldade crescente, resultado imediato em faixa e um convite para a aula experimental, onde o professor confirma o nível de verdade. O teste na página serve para engajar e triar, não para substituir o professor.
Isso é um pedido de edição, não parte do primeiro prompt. Vale montar depois que o site básico estiver de pé, porque exige testar as perguntas com gente real antes de publicar. Se o formato de quiz for o coração do seu site, o desenho está em como criar um aplicativo de quiz.
Cuidado com uma armadilha comum: teste que devolve nível alto demais gera aluno frustrado na primeira aula, e teste que devolve baixo demais soa como jogada de venda. Calibrar isso é trabalho do coordenador pedagógico, não do construtor.
Qual prompt descreve o site de uma escola de idiomas?
Descreva a oferta com os nomes que a sua escola já usa na secretaria. O Zugo constrói a partir do texto, então nome inventado no prompt vira nome inventado na tela.
Crie um site para uma escola de idiomas em [cidade]
que oferece [idiomas].
Seções:
1. Capa: o que a escola faz, para quem, botão
"Agendar aula experimental".
2. Cursos: um bloco por idioma, com níveis do A1 ao
C2 e uma frase concreta do que o aluno consegue
fazer em cada faixa.
3. Formatos: turma em grupo, aula particular, online
e in company, com carga horária e duração.
4. Professores: foto, nome, formação e idiomas.
5. Como é a aula: três parágrafos com exemplo real
de atividade, não discurso de método.
6. Calendário: períodos de matrícula e início das
turmas.
7. Preços: faixa de mensalidade, o que inclui
material e taxa de matrícula.
8. Perguntas frequentes: reposição de falta,
trancamento, certificado, troca de horário.
9. Matrícula: formulário com nome, idade, idioma,
nível declarado, formato preferido, dias e
horários possíveis, telefone e e-mail.
Guarde cada inscrição e me avise por e-mail.
Idioma português do Brasil. Tom acolhedor.
O campo de dias e horários possíveis é o que transforma a lista de interessados em turma montada. Sem ele, a secretaria liga para vinte pessoas para descobrir que só três podem na terça à noite.
O Zugo traz 25 modelos prontos, e partir de um modelo de curso adianta boa parte da estrutura quando a sua escola tem oferta parecida com a média do mercado.
Onde ficam matrículas, pagamentos e turmas?
Cada parte mora num serviço diferente, e entender isso evita pedir ao construtor algo que pertence a outra peça do sistema.
| Peça | Quem cuida | O que muda na prática |
|---|---|---|
| Lista de inscrições e dados do aluno | Supabase | A secretaria para de perder contato em mensagens |
| Área do aluno com login | Supabase | Cada um vê a própria turma e o próprio material |
| Confirmação de matrícula por e-mail | Resend | O aluno para de ligar para saber se deu certo |
| Mensalidade recorrente e taxa de matrícula | Stripe | Cobrança no cartão, sem controle manual |
| Quantos abriram e quantos se inscreveram | Google Analytics | Mostra se falta tráfego ou falta clareza |
A cobrança recorrente é a parte que mais muda a rotina financeira de uma escola pequena, e a montagem está descrita em construtor de apps com Stripe. Vale combinar antes o que acontece com quem tranca no meio do semestre, porque essa regra precisa existir no contrato antes de existir no sistema.
Uma observação honesta sobre o mercado brasileiro: boa parte das matrículas ainda se fecha por telefone ou mensagem, mesmo quando o site tem formulário. Trate o formulário como porta de entrada organizada, não como substituto da secretaria.
Quanto custa montar e manter em créditos?
O Zugo cobra por ação. A tabela abaixo é o que interessa a uma escola.
| Ação | Créditos |
|---|---|
| Construção de página única | 6 |
| Edição num projeto existente | 3 |
| Plataforma multipágina, três primeiras páginas | 12 |
| Cada página adicional | 3 |
| Construção no modo Hi-Fi | 12 |
| Edição no modo Hi-Fi | 6 |
| Publicar e conectar domínio | 0 |
O plano gratuito dá 5 créditos, menos que uma construção de 6, então ele serve para experimentar. O Pro custa $25 por mês com 200 créditos, o equivalente a cerca de 16 plataformas multipágina ou 66 edições. O Business custa $99 por mês com 800 créditos.
O gasto de uma escola tem sazonalidade clara. Perto do período de matrícula você mexe no calendário, nos horários e nos preços, e cada ajuste é uma edição de 3 créditos. Fora dessas semanas, o site fica parado por meses.
Uma página basta ou preciso de plataforma multipágina?
Depende de quem precisa entrar. Se o site só apresenta a escola e recebe inscrição, uma página única resolve por 6 créditos e cumpre o papel durante muito tempo.
A plataforma multipágina passa a valer quando existe um segundo tipo de usuário logado: o aluno consultando a própria turma, o material e a frequência. Isso já é aplicativo, com banco e login atrás, e custa 12 créditos pelas três primeiras páginas mais 3 por página extra.
O caminho barato é crescer por edição. Comece pela página que vende, veja quanta gente chega e só depois construa a área do aluno. Escola que monta portal antes de encher turma gasta em algo que ninguém abre. O caso vizinho, com turmas e níveis parecidos, está em site de escola de dança.
O que o construtor não faz numa escola de idiomas?
Três limites que vale conhecer antes de começar.
O Zugo não é uma plataforma de ensino. Não hospeda videoaula, não faz sala ao vivo, não corrige exercício automaticamente e não emite certificado com validade. Aula online continua acontecendo na ferramenta de videochamada que você já usa, e o site apenas leva o aluno até lá.
Também não há integração automática com sistemas de gestão escolar nem com diário de classe. Frequência, notas e relatórios pedagógicos formam um sistema à parte, e regra específica de secretaria se afina por edições sucessivas, não por um parágrafo.
E o Zugo não substitui um time de desenvolvimento num produto complexo. Se a sua escola vende curso gravado com área de membros e trilha de progresso, o desenho é outro e está em como criar um site de curso online.
Por onde começar?
Escreva a lista de cursos com nível, carga horária, formato e faixa de preço, e junte foto e formação dos professores. Esse material é o insumo do prompt e é o que separa uma primeira versão utilizável de uma página genérica sobre a importância de aprender idiomas.
Construa, abra no celular, preencha a própria ficha de matrícula e confira se ela chegou no banco e o aviso na caixa de entrada. Toda construção passa por uma verificação em sandbox antes da entrega, então a página que não abre vira falha em vez de chegar quebrada até você. Dá para começar em zugo.dev pelo plano gratuito e ligar a cobrança quando as turmas já estiverem fechando.