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Como criar o site de um podcast sem código, do zero

Como criar o site de um podcast sem código, do zero

Você descreve o programa em texto e o Zugo monta a página: apresentação, lista de episódios com player embutido, links para todas as plataformas, mídia kit para patrocinadores e campo de e-mail. Uma construção custa 6 créditos e o site publicado fica em seupodcast.zugo.run, com domínio próprio se você quiser.

Para que serve o site de um podcast se o episódio já está no Spotify?

Serve para tudo que a plataforma de áudio não faz. No Spotify, você não tem endereço próprio, não captura e-mail, não apresenta números para patrocinador e não aparece em busca de texto. O site é onde o programa deixa de ser um arquivo numa plataforma alheia e vira um projeto com casa.

Tem também a questão de quem ouve em outro lugar. Uma parte do público está no YouTube, outra no aplicativo do celular, outra ainda descobre pelo link de um amigo. Uma página única resolve isso: cada pessoa escolhe onde prefere ouvir e ninguém precisa procurar.

E existe o motivo comercial. Marca que pensa em patrocinar quer ver formato, temas, frequência e público antes de responder o e-mail. Sem uma página com essas informações, a conversa começa com você explicando o básico, e boa parte dessas conversas simplesmente não começa.

O que precisa ter na página de um podcast?

Cinco blocos, e o primeiro é o que mais se erra. Explique em uma frase do que é o programa, para quem é e com que frequência sai. Muito site de podcast abre com um nome criativo e nenhuma pista do assunto, e o visitante novo vai embora sem entender se aquilo interessa.

Depois vêm os episódios, com título, data, duração, uma descrição curta e o player. Em seguida, os botões das plataformas onde o programa está, todos juntos, sem esconder nenhuma. Se o público está dividido, esconder uma plataforma custa ouvinte.

O quarto bloco é quem apresenta, com foto e uma linha de credencial real. O quinto é o convite: assinar a newsletter, entrar na comunidade ou apoiar o projeto. Escolha um convite principal, porque três chamadas competindo na mesma tela derrubam as três.

Onde o áudio fica hospedado e o que o site realmente faz?

Essa confusão atrasa muito projeto. O site não é o hospedeiro do seu áudio, e é importante entender a divisão de tarefas antes de montar qualquer coisa.

Peça Quem cuida O que acontece se faltar
Arquivo de áudio e feed RSS Serviço de hospedagem de podcast O programa não chega às plataformas
Distribuição por aplicativo Spotify, YouTube, Apple, Deezer O público perde o hábito de escutar
Página pública, e-mail e patrocínio Site próprio Nenhum ativo é seu e nada é mensurável

O Zugo monta a terceira linha. O player que aparece na página é o do seu hospedeiro ou da plataforma onde o episódio já está, incorporado dentro do layout. Isso é bom: você troca de visual sem mexer no feed, e o histórico de audiência continua intacto no serviço que já mede.

Como escrever o prompt que gera o site do podcast?

Escreva um briefing curto, dizendo o assunto do programa, o tom e o que cada seção precisa mostrar. Quanto mais concreto, menos ajuste depois:

Crie o site de um podcast sobre [tema].
Seções:
1. Capa: nome do programa, uma frase sobre o assunto,
   frequência de publicação e botões das plataformas
   (Spotify, YouTube, Apple Podcasts, Deezer).
2. Últimos episódios: cards com título, data, duração,
   resumo em duas linhas e espaço para o player.
3. Sobre o programa: proposta, formato e duração média.
4. Quem apresenta: foto, nome e uma linha de cada um.
5. Para marcas: formato dos anúncios e como falar
   com a gente.
6. Newsletter: um campo de e-mail e o que a pessoa
   recebe.
Tom: [descontraído / jornalístico]. Cores: [suas cores].
Deixe a lista de episódios fácil de atualizar depois.

A última linha vale ouro num projeto semanal. Uma seção pensada para receber episódio novo evita reescrever a página a cada publicação, e isso muda o custo do ano inteiro.

Como manter a lista de episódios atualizada sem gastar demais?

Aqui está a decisão financeira do projeto, e ela depende da sua frequência. Atualizar a lista manualmente é uma edição por vez. Fazer a lista viver num banco de dados com Supabase atrás custa mais para construir e quase nada para manter.

Situação Custo
Construção do site 6 créditos
Acrescentar um episódio por edição 3 créditos
Site multipágina, com página por episódio 12 créditos pelas três primeiras páginas
Cada página adicional 3 créditos
Versão em modo Hi-Fi 12 na construção, 6 por edição

Com o Pro, que custa $25 por mês e dá 200 créditos, você tem cerca de 66 edições mensais. Um programa semanal usa quatro ou cinco delas para episódios e ainda sobra muito para ajuste de layout e página nova. O plano gratuito dá 5 créditos, o suficiente para testar a ideia, e o Business custa $99 por mês com 800 créditos.

Se a sua frequência é diária, a conta muda e vale construir a lista sobre um banco de dados desde o começo, para publicar sem gastar edição. Esse caminho existe e se constrói por etapas, não com um único prompt.

Vale publicar transcrição de cada episódio?

Vale, e é a coisa com maior retorno em busca que um podcast pode fazer. Áudio não é lido por buscador, então um programa de uma hora sobre um assunto específico é invisível em texto. A transcrição transforma cada episódio numa página com conteúdo de verdade.

Não precisa ser a transcrição bruta. Um resumo bem feito com os pontos principais, os nomes citados e os minutos onde cada assunto começa serve melhor ao leitor e ao buscador. Quem chega por busca costuma querer um trecho, não a hora inteira.

Isso empurra o projeto para uma estrutura de páginas separadas por episódio, que é basicamente um blog. A lógica está descrita em posso adicionar um blog, e a parte de busca em site feito com IA funciona para SEO.

Como montar o mídia kit para vender patrocínio?

O mídia kit é uma seção da página, não um PDF que ninguém baixa. Ele precisa responder o que a marca pergunta: qual é o público, quantos episódios por mês, quais formatos de anúncio existem e como é o processo de aprovação do texto lido.

Sobre números, a regra é simples: publique apenas o que você consegue provar com o painel do seu hospedeiro. Número inflado quebra a relação no primeiro relatório, e patrocinador de podcast costuma comparar o que você disse com o que a plataforma mostra.

Se ainda não há audiência para exibir, venda outra coisa: nicho, autoridade dos convidados e proximidade com a comunidade. Programa pequeno e muito específico vende bem para anunciante certo, e ser honesto sobre o tamanho é o que separa a proposta séria da genérica.

Como receber apoio recorrente do público?

O caminho mais direto é uma assinatura mensal com o Stripe, que cuida da cobrança recorrente e do cancelamento. A página precisa deixar claro o valor, o que o apoiador recebe e como ele cancela, porque a falta dessa terceira informação trava mais assinaturas do que o preço.

Recompensa boa não é brinde caro. Episódio extra, grupo fechado, participação na pauta e nome citado no fim do programa funcionam melhor do que qualquer objeto enviado pelo correio, e não geram trabalho de logística para uma equipe que já edita áudio toda semana.

Se a ideia inclui área fechada com login, o projeto passa a exigir banco de dados e se constrói por edições sucessivas. Programas com forte componente de público organizado podem olhar também como criar um site de comunidade.

O que o Zugo não faz por um podcast?

Três limites, ditos na cara. Não hospeda áudio nem gera feed RSS. Isso continua no serviço de hospedagem de podcast que você já usa, e o site apenas incorpora o player e aponta para as plataformas.

Não sincroniza automaticamente a lista de episódios a partir do feed. Publicação nova entra por edição ou por uma lista ligada ao Supabase, construída por etapas. Se você precisa de sincronia automática desde o primeiro dia, isso é integração e integração é trabalho de desenvolvedor.

E não mede audiência de áudio. O Google Analytics mostra o que acontece na página, quantas pessoas clicaram em cada plataforma e de onde vieram, mas quem conta o play do episódio é o hospedeiro. São dois números diferentes e vale não misturar os dois num relatório para patrocinador.

Por onde começar?

Junte o material antes de abrir a ferramenta: frase que explica o programa, links de todas as plataformas, capa em boa resolução, foto de quem apresenta, lista dos últimos episódios com data e duração, e uma ideia do que oferecer a quem assinar a newsletter.

Com isso pronto, o prompt sai em poucos minutos e a primeira versão nasce logo depois. Ajuste em duas ou três edições, teste o player pelo celular e só então conecte o domínio próprio, porque é ele que você leva junto se um dia trocar de ferramenta. Comece em zugo.dev pelo plano gratuito.

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