Como criar um site de banda sem programar, passo a passo
Como criar um site de banda sem programar, passo a passo
Descreva a banda em um parágrafo e o Zugo gera o site: capa com o próximo show, agenda de datas, bloco de audição, bio para contratante e contato. A construção custa 6 créditos e leva em torno de um minuto. O projeto sobe em suabanda.zugo.run e aceita domínio próprio depois.
Vale a pena ter site se a banda já vive no Instagram e no streaming?
Vale, e o motivo é bem prático. No feed, quem decide quem vê o anúncio do show é o algoritmo. No streaming, quem decide o que aparece ao lado da sua faixa é a plataforma. Nos dois casos vocês são inquilinos de um imóvel alheio.
O site é o único endereço em que a banda manda no que aparece primeiro. É também o link que cabe em qualquer lugar: na bio, no release para a imprensa, no e-mail para o produtor da casa, no QR code do cartaz colado no poste.
Tem um efeito menos óbvio e mais valioso. Contratante não procura banda no feed, procura no Google, e quase sempre atrás de três informações: o que vocês tocam, quanta gente vocês levam e para quem ele manda o e-mail. Uma página que responde isso em dez segundos recebe resposta mais rápido do que um perfil bonito com a bio cheia de frases soltas.
O que precisa estar na primeira versão do site?
Cinco blocos dão conta de praticamente toda banda em atividade, e nenhum deles exige nada além de texto e imagem que vocês já têm.
A capa com nome, uma linha dizendo o som e a próxima data. A agenda com dia, casa, cidade e link da bilheteria. O bloco de audição com os embeds das plataformas de streaming e vídeo. Uma bio em duas versões, uma para o público e outra bem seca para imprensa e produção. E o contato separado em dois, porque booking e assessoria não são a mesma caixa de entrada.
A agenda é a parte que mais trabalha. A maior parte das visitas é gente conferindo se vocês tocam perto dela, e cada segundo gasto procurando isso é ingresso que não foi vendido. Deixe a próxima data na capa e a lista completa a um clique.
A bio dupla evita uma conversa cansativa. Fã quer história. Produtor quer número: público médio, tempo de show, formação, rider, telefone. Dê ao segundo um bloco próprio, com foto em alta e um texto que ele consiga copiar direto para o material da casa.
Como escrever o prompt que gera o site da banda?
O Zugo constrói a partir de uma descrição, então essa descrição precisa carregar o que um designer perguntaria na primeira reunião. Este modelo cobre o que uma banda usa de verdade:
Crie o site de uma banda de [gênero] de [cidade].
Seções:
1. Capa: nome da banda, uma linha sobre o som, próximo
show com data e cidade, botão "Ingressos".
2. Agenda: lista de datas com dia, casa, cidade e link
de venda. Shows passados recolhidos abaixo.
3. Audição: blocos onde eu colo os embeds de streaming
e de vídeo, com uma nota curta por lançamento.
4. Sobre: dois parágrafos para o público e um bloco de
imprensa com ficha técnica, foto e release para baixar.
5. Contato: e-mail de booking, e-mail de imprensa, redes.
Tom: [sujo / limpo]. Cores: [suas cores].
Duas linhas valem ser acrescentadas conforme o caso. Se vocês vendem camiseta, peça uma seção de produtos com foto, preço e botão de compra. Se rodam muito, peça a agenda em formato de tabela, porque tabela é bem mais fácil de editar depois.
Se partir da folha em branco travar, o Zugo tem 25 modelos prontos, e começar de um deles rende mais que um prompt vago. A lógica de escrever descrição boa está detalhada em como escrever um prompt bom.
Onde ficam as músicas, os vídeos e o cadastro de mailing?
Essas três coisas vêm de lugares diferentes, e confundi-las é o motivo usual de um site de banda levar um fim de semana em vez de uma noite.
| O que você quer | Como chega na página | O que saber |
|---|---|---|
| Player de streaming e de vídeo | Código de incorporação da própria plataforma, colado num bloco | Não há conector dedicado de plataforma musical: você cola o embed |
| Vender camiseta ou ingresso direto | Stripe | Checkout de verdade, no seu endereço |
| Cadastro de mailing | Resend envia, Supabase guarda | Formulário sem banco atrás não guarda ninguém |
| Release e fotos em alta | Arquivos junto do site ou no Supabase | Foto grande e texto em um lugar só, sempre |
A distinção do mailing é a que mais gente erra. O Resend entrega mensagem, então ele avisa que houve um cadastro e confirma para o fã. Guardar a lista crescente de endereços é trabalho de banco de dados, e é para isso que serve o Supabase. Construa só a metade que envia e, seis meses depois, você descobre que não tem lista nenhuma. Esse par está destrinchado em como criar um formulário de newsletter.
Como manter a agenda de shows atualizada sem refazer tudo?
Peça a agenda como tabela editável e depois mude com frases simples: "adicione 14 de novembro, casa X, São Paulo, ingressos neste link" ou "mova a data de Curitiba para os shows passados". Cada edição custa 3 créditos, então atualizar a agenda duas vezes por mês custa pouco no fim do ano.
Dois hábitos mantêm a página honesta. Show esgotado vira "esgotado" em vez de sumir da lista, porque lista de esgotados é prova de público. Show passado fica visível e recolhido, porque produtor quer evidência de que vocês já rodaram, e arquivo vazio parece primeiro show da vida.
O que a página não faz sozinha é puxar datas de uma plataforma de venda. Isso é integração de feed, trabalho de desenvolvedor. Para a banda média, a edição manual sai mais rápida do que a configuração sairia, e não quebra quando a plataforma muda a API.
Quanto custa em créditos manter o site no ar?
O Zugo cobra por ação, em créditos, e a tabela abaixo é a lista completa que interessa a uma banda.
| Ação | Créditos |
|---|---|
| Construção do site | 6 |
| Edição num projeto existente | 3 |
| Plataforma multipágina, três primeiras páginas | 12 |
| Cada página adicional | 3 |
| Construção no modo Hi-Fi | 12 |
| Edição no modo Hi-Fi | 6 |
| Publicar e conectar domínio próprio | 0 |
O plano gratuito dá 5 créditos, menos que uma construção inteira de 6, então ele serve para conhecer a ferramenta e não para terminar um projeto. O Pro custa $25 por mês com 200 créditos, o que dá cerca de 33 construções ou 66 edições: agenda atualizada o ano todo com folga. O Business custa $99 por mês com 800 créditos e faz sentido para quem cuida de vários projetos ao mesmo tempo.
A comparação útil aqui não é com o orçamento de um web designer. É com o ano inteiro que a banda passa sem site porque ninguém do grupo teve um fim de semana livre para resolver isso.
Como publicar e ligar o domínio da banda?
Publicar é uma ação só, e o site vai ao ar num endereço como suabanda.zugo.run. Antes de imprimir o link em cartaz, camiseta ou cartão, conecte o domínio próprio: ele é a única parte da presença online que continua sua quando uma rede social resolve mudar as regras. A ligação é feita com registros de DNS e nada além disso.
Ligue o Google Analytics na mesma tarde. Para banda, o número útil é estreito: quantas pessoas clicaram no link de ingresso e de qual cidade vieram. Isso indica para onde levar a próxima turnê, e é informação que nenhum painel de streaming entrega nesse formato.
Se um dia o construtor ficar apertado, a exportação para o GitHub entrega o repositório de verdade, e o deploy pode migrar para a sua conta na Vercel. Banda troca de integrante e troca de produtor, e site que ninguém consegue acessar morre calado. Os detalhes de endereço próprio estão em posso usar meu próprio domínio.
Como conferir que o site está de pé antes de divulgar?
Toda construção passa por uma checagem em sandbox antes de ser entregue: o que não abriu vira falha em vez de chegar até você disfarçado de página pronta. Isso reduz o risco de publicar algo obviamente quebrado, mas não substitui o seu teste, porque "a página renderizou" e "o link do ingresso leva ao show certo" são afirmações diferentes.
Confira quatro itens no celular, um por um. Todos os links de bilheteria. Todos os players, porque tocador quebrado é a forma mais rápida de perder ouvinte novo. O e-mail de booking. E o formulário de mailing, enviado com o seu próprio endereço e conferido até o fim.
Faça isso no 4G, não no wi-fi de casa. Quem abre o site da banda costuma estar na rua, com sinal ruim, decidindo em poucos segundos se compra o ingresso, e uma página cheia de foto pesada se comporta de outro jeito nessa situação.
O que o Zugo não resolve para uma banda?
Três limites ditos sem rodeio, porque descobrir isso no meio do caminho custa mais caro.
Não existe conector de plataforma de música. Contagem de streams, feed de lançamento e sincronia automática de turnê são integrações, não prompt. Embed e edição manual cobrem o terreno de quase toda banda fora do circuito de arena.
Foto e arte continuam sendo trabalho de vocês. O construtor escreve layout e texto, e site de banda vive de imagem. Nenhum gerador entrega as suas fotos de divulgação nem a capa do disco.
Área de fã com login é projeto, não descrição. Dá para chegar lá com Supabase atrás do site, mas por uma sequência de edições, e não com um parágrafo. O Zugo não substitui um time de desenvolvimento num produto complexo, e regra de negócio muito específica se afina com edições sucessivas.
Por onde começar hoje?
Escreva o parágrafo da banda antes de abrir qualquer ferramenta: gênero, cidade, três datas, dois e-mails, links dos embeds. Esse texto é o insumo, e ele decide a qualidade do que sai muito mais que qualquer ajuste posterior.
Depois construa, teste no celular, corrija duas ou três coisas com edições e só então compre o domínio. Essa ordem evita pagar um ano de um nome para um projeto que mudou de ideia na segunda semana. Dá para começar em zugo.dev pelo plano gratuito e decidir o resto quando já houver uma página para mostrar ao produtor.