Skip to content

Como criar um site de cervejaria artesanal sem código

Como criar um site de cervejaria artesanal sem código

Descreva a cervejaria em texto e o Zugo monta o site: rótulos com estilo e teor alcoólico, onde encontrar, taproom, agenda de eventos e contato comercial. A construção custa 600 créditos e sai em torno de um minuto. Venda direta e clube de assinatura entram depois, com Stripe e Supabase.

Por que a cervejaria precisa de site se vende no bar e no perfil?

Porque quem descobre a sua cerveja num bar procura o nome dela na mesma noite, com o copo na mão. Nesse momento a pessoa quer três respostas rápidas: que estilo é esse, onde mais eu compro e vocês têm lugar para visitar. Perfil em rede social responde isso mal, porque a informação fica soterrada por publicações antigas.

Existe também o lado comercial, que costuma ser esquecido. Quem compra a sua cerveja em volume não é o consumidor final: é o dono do bar, o comprador do empório, o organizador do festival. Essa gente pesquisa no computador, quer ficha técnica, foto de rótulo em alta e um contato que responde. Uma página que entrega isso encurta negociação.

E tem o motivo de sobrevivência: rede social muda de regra, alcance cai, conta cai. O site é o único endereço em que a cervejaria controla o que aparece primeiro, e é ele que continua funcionando quando a plataforma da vez perde relevância.

O que o site de uma cervejaria precisa mostrar?

Cinco blocos dão conta, e o primeiro deles vale por metade da página.

Os rótulos, com nome, estilo, teor alcoólico, amargor, uma descrição curta de aroma e sabor e a foto da lata ou garrafa. Depois, onde encontrar: taproom próprio, bares parceiros, empórios, se possível num mapa ou numa lista por cidade. Em seguida o taproom, com endereço, horário, se aceita pet e se tem cozinha ou food truck. A agenda de eventos e lançamentos. E o contato comercial separado do contato geral.

A ficha de cada rótulo merece cuidado extra. Consumidor de cerveja artesanal lê teor alcoólico e estilo antes de decidir, e uma descrição vaga do tipo "cerveja encorpada e saborosa" não ajuda ninguém a escolher. Escreva como quem explica para um cliente na chopeira: o que ele vai sentir primeiro e com o que aquilo combina.

Vale reservar um bloco pequeno para a história da casa. Cervejaria artesanal vende identidade junto com o líquido, e duas fotos do galpão com um texto honesto sobre como tudo começou fazem mais pela marca do que qualquer frase publicitária.

Como escrever o prompt que gera o site?

O Zugo constrói a partir de uma descrição. Este modelo cobre o que uma cervejaria usa de fato:

Crie o site de uma cervejaria artesanal de [cidade].
Seções:
1. Capa: nome, uma linha sobre o estilo da casa,
   botão "Nossos rótulos".
2. Rótulos: cartões com foto, nome, estilo, teor
   alcoólico, amargor e descrição curta. Separe em
   "fixos" e "sazonais".
3. Onde encontrar: lista de bares e lojas por cidade.
4. Taproom: endereço, horário por dia, mapa, fotos
   do espaço e o que tem para comer.
5. Agenda: lançamentos, festivais e eventos da casa.
6. Comercial: formulário para bares e distribuidores,
   com nome do estabelecimento, cidade e telefone.
Antes de entrar, mostre um aviso de confirmação de
idade. Tom: [rústico / moderno]. Cores: [suas cores].
Deixe a lista de rótulos fácil de editar depois.

O aviso de idade é um bloco da página, não uma verificação de documento. Ele cumpre o papel de sinalizar que o conteúdo é para maiores, e a responsabilidade legal sobre venda e divulgação de bebida continua sendo sua. Se preferir partir de algo pronto, o Zugo traz 38 modelos e um layout de vitrine adianta bastante.

Como organizar rótulos fixos e sazonais sem refazer a página?

Peça desde o começo que a lista de rótulos seja fácil de editar, e depois trabalhe por frases curtas: "adicione a Weiss de verão com 5% de álcool e esta descrição" ou "mova a IPA de inverno para fora de linha". Cada edição custa 300 créditos, o que torna barato acompanhar a rotação da produção.

Duas práticas mantêm a página útil ao longo do ano. A primeira é não apagar rótulo que saiu de linha: mova para uma seção de arquivo, porque cliente procura por cerveja que provou no ano passado e quer saber se volta. A segunda é datar o sazonal, dizendo o mês em que ele chega, para o site parar de prometer o que já acabou.

Se a rotação for muito intensa, com lançamento a cada duas semanas, vale considerar guardar os rótulos no Supabase em vez de escrevê-los na página. Aí cadastrar cerveja vira dado e não edição, e o gasto de créditos passa a ser só para mudanças de layout.

Vender cerveja pelo site: o que dá e o que não dá?

Dá para vender, com limites claros. A tabela separa os arranjos por esforço.

Arranjo Como funciona O que exige de você
Retirada no taproom Pagamento pelo Stripe, cliente busca no local O mais simples: nada de frete nem embalagem
Entrega na cidade Pagamento pelo Stripe, faixas de valor por região escritas à mão Combinar rota e horário por conta própria
Clube de assinatura Cobrança recorrente pelo Stripe, caixa mensal Regra clara de quantos rótulos e como cancelar
Venda para bares Formulário comercial com pedido registrado no Supabase Atendimento humano depois do formulário

O que não existe é cálculo automático de frete, etiqueta de transportadora, emissão de nota fiscal ou verificação de idade por documento. Essas peças são integrações de outro tipo e continuam no seu processo atual, seja ele qual for.

A regra prática: comece pela retirada no taproom, que não tem logística nenhuma, e só monte entrega quando o volume justificar. O clube de assinatura costuma ser o arranjo mais rentável, porque transforma consumo eventual em receita mensal previsível. Uma operação de salão com cardápio e reserva está descrita em como criar um site de restaurante.

Quanto custa em créditos manter o site no ar?

O Zugo cobra por ação, e esta é a lista completa que uma cervejaria usa.

Ação Créditos
Construção do site 600
Edição, inclusive publicar um rótulo novo 300
Plataforma multipágina, três primeiras páginas 1.200
Cada página adicional 300
Construção no modo Hi-Fi 1.200
Edição no modo Hi-Fi 600
Publicar e conectar domínio 0

O plano gratuito dá 2.400 créditos, que dá para quatro construções, então ele serve para conhecer a ferramenta. O Pro custa $25 por mês com 20.000 créditos, o que equivale a cerca de 66 edições: rótulo novo, agenda de festival e ajuste de horário do taproom o ano inteiro. O Business custa $50 por mês com 20.000 créditos.

Cervejaria costuma gastar em picos. A semana de lançamento consome várias edições seguidas, e depois o site fica meses quase parado. Vale planejar as mudanças em lote, juntando rótulo novo, foto e agenda numa mesma leva de ajustes.

Como usar o site para eventos e colaborações?

Evento é o que enche o taproom em dia de semana, e colaboração é o que apresenta a sua cerveja ao público de outra marca. Os dois merecem espaço fixo no site em vez de viverem apenas numa publicação que some.

Para cada evento, três informações resolvem: data e horário, se precisa de inscrição e se tem custo. Falta de clareza nesses pontos derruba presença, porque parte das pessoas presume o pior e nem pergunta. Se houver ingresso ou reserva, o Stripe cobra e o Resend confirma por e-mail.

Colaborações merecem página própria quando são recorrentes, com a história de cada parceria e a ficha do rótulo produzido. É material que a outra cervejaria também divulga, e o link volta para você. A montagem de uma página voltada a evento está detalhada em como criar um site de evento.

Como publicar, ligar o domínio e conferir se está tudo de pé?

Publicar é uma ação só, e o site vai ao ar num endereço .zugo.run. Conecte o domínio próprio antes de mandar imprimir rótulo, bolacha de chope ou banner de festival, porque o endereço é a parte que você leva junto se um dia trocar de ferramenta. A ligação é feita com registros de DNS e nada mais.

Toda construção passa por uma verificação em sandbox antes de ser entregue, então o que não abre vira falha em vez de chegar até você como página em branco. Isso garante que a página sobe. Não garante que o teor alcoólico digitado está certo, nem que o endereço do taproom está atualizado, e essa conferência é sua.

Teste no celular, no 4G, do lado de fora do galpão. É assim que o cliente vai abrir o site: em pé, num bar, com sinal ruim, decidindo se pede a sua cerveja ou a do concorrente ao lado.

O que o Zugo não faz por uma cervejaria?

Três limites ditos com franqueza.

Não há integração com sistema de produção, controle de lote ou estoque de barril. O site não sabe quantos litros existem na câmara fria, e sincronizar isso com um sistema de gestão é trabalho de desenvolvedor.

Verificação de idade por documento, emissão fiscal e logística de bebida ficam fora do que a ferramenta entrega. O aviso na página é aviso, e as obrigações legais de venda de bebida alcoólica continuam sendo responsabilidade da cervejaria.

E um portal grande, com conta de cliente, histórico de compras e área para distribuidores, é projeto feito por edições sucessivas com Supabase atrás. O Zugo não substitui um time de desenvolvimento nesse porte. Uma operação parecida no mundo do vinho está em como criar um site de vinícola.

Por onde começar?

Junte o material antes de abrir a ferramenta: ficha de cada rótulo com estilo, teor alcoólico e descrição, fotos das latas em fundo limpo, lista de pontos de venda por cidade e o horário do taproom. Esse conteúdo é o insumo do prompt e decide a qualidade do que sai.

Depois construa, abra no celular, corrija duas ou três coisas por edição e só então pense em venda direta e clube. Dá para começar em zugo.dev pelo plano gratuito e ligar pagamento quando o primeiro lote pedir.

← Todos os artigos