Como criar o site de uma agência de viagens sem código
Como criar o site de uma agência de viagens sem código
Você descreve a agência em texto e o Zugo monta o site: vitrine de pacotes, página por destino, formulário de cotação, depoimentos e contato. Uma construção custa 6 créditos e sai em cerca de um minuto. O site publicado fica em suaagencia.zugo.run, aceita domínio próprio e já nasce funcionando no celular.
A agência precisa de site se já vende pelo Instagram e pelo WhatsApp?
Precisa, e o motivo não é vaidade. Rede social é ótima para despertar o desejo e péssima para guardar informação: o pacote que você publicou na terça some no feed na quinta, e quem quer rever o roteiro precisa pedir de novo pelo direct.
O site é o lugar onde o roteiro fica parado, com o que está incluído, o que não está, as datas e as condições. Isso muda a conversa no WhatsApp: em vez de repetir o pacote inteiro por mensagem, o consultor manda um link e passa a responder dúvidas, que é onde a venda realmente acontece.
Tem ainda a questão da credibilidade. Viagem é compra cara e comprada com antecedência, então a pessoa procura sinal de que a agência existe de verdade: endereço, CNPJ, registro no Cadastur, nome de quem atende. Perfil bonito sem essas informações gera dúvida justamente em quem está prestes a pagar.
Quais blocos não podem faltar na página?
Seis, e a ordem importa quase tanto quanto o conteúdo.
Capa com uma proposta clara do tipo de viagem que a agência faz, porque agência que promete tudo não é lembrada por nada. Vitrine de pacotes com foto, destino, duração e uma linha de preço a partir de. Página própria para cada pacote, que é onde a venda é decidida.
Depois vem o bloco de quem somos, com rosto e nome dos consultores, os depoimentos de clientes reais e o rodapé com dados da empresa. Fecha com o formulário de cotação, que precisa estar repetido em pelo menos três pontos da página, e não só no fim.
Uma seção que costuma ser esquecida e rende muito: perguntas frequentes sobre documentação, seguro viagem, bagagem e formas de pagamento. Ela responde a dúvida antes de virar objeção e ainda cobre buscas que ninguém da concorrência escreveu.
Como escrever o prompt que gera o site da agência de viagens?
Descreva o site como se estivesse explicando para um designer o que precisa aparecer em cada faixa da tela:
Crie o site de uma agência de viagens
especializada em [tipo: lua de mel, grupos,
neve, roteiros pela América do Sul].
Seções:
1. Capa com foto grande, frase de proposta e
botão "Quero uma cotação".
2. Vitrine de pacotes em cartões: foto, destino,
duração, preço a partir de, botão de detalhes.
3. Página de pacote: roteiro dia a dia, o que
inclui, o que não inclui, datas disponíveis,
condições de pagamento e formulário.
4. Nossos consultores: foto, nome, especialidade.
5. Depoimentos de clientes.
6. Perguntas frequentes: documentos, seguro,
bagagem, pagamento.
7. Rodapé com CNPJ, Cadastur, endereço e telefone.
Tom acolhedor. Deixe a vitrine de pacotes fácil de
editar e de acrescentar item novo.
A última linha importa porque pacote entra e sai o tempo todo. Uma vitrine pensada para receber item novo evita reconstruir a página a cada temporada, e cada edição custa 3 créditos.
Como montar a página de pacote que realmente vende?
A página de pacote é a que converte, e ela vive de detalhe concreto. Roteiro genérico do tipo "city tour pela cidade" perde para "manhã livre em Cartagena, tarde na cidade murada com guia em português".
| Elemento | Por que ele decide a venda |
|---|---|
| Roteiro dia a dia | Transforma promessa em imagem mental. Sem ele o cliente compara só por preço |
| O que não está incluído | Evita a briga depois. Taxa de embarque, passeio opcional e refeição fora do pacote precisam estar escritos |
| Datas e disponibilidade | Cria a urgência verdadeira, que é a de vaga, e não a inventada por contador regressivo |
| Condições de pagamento | Entrada, parcelamento e prazo. É a primeira dúvida de quase todo cliente brasileiro |
| Foto de cliente real no destino | Vale mais que banco de imagens. Mostra que a agência já mandou gente para lá |
| Nome do consultor responsável | Viagem se compra de gente, não de empresa |
Repare que quatro dos seis itens são texto, não design. Site de agência falha muito mais por informação faltando do que por visual, e é por isso que reunir o material antes de construir muda o resultado.
Como receber pedidos de cotação sem perder nenhum?
Três caminhos, do mais simples ao mais completo.
| Caminho | Como funciona | O que exige |
|---|---|---|
| Botão de WhatsApp | Link com mensagem pronta citando o pacote | Só o número. Funciona no mesmo dia |
| Formulário de cotação | Destino, datas, número de pessoas e orçamento. O Supabase guarda, o Resend avisa o consultor | Duas integrações e rotina de resposta |
| Área do cliente | Cliente acompanha proposta, vouchers e pagamentos em um só lugar | Projeto maior, por edições sucessivas |
Para a maioria das agências, o formulário é o ponto certo. Ele coleta as informações que o consultor precisaria perguntar de qualquer forma (datas, quantidade de pessoas, faixa de investimento) e chega organizado, em vez de virar uma sequência de áudios.
Quando a agência trabalha com data fixa e vaga limitada, o assunto passa a ser reserva de verdade, com controle de disponibilidade. Esse caso está descrito em como criar um site de agendamento, incluindo a parte de banco de dados.
Quanto custa em créditos montar e manter o site?
O Zugo cobra por ação. A tabela abaixo é a lista inteira que uma agência de viagens costuma usar.
| Ação | Créditos |
|---|---|
| Construção do site | 6 |
| Edição num projeto existente | 3 |
| Plataforma multipágina, três primeiras páginas | 12 |
| Cada página adicional | 3 |
| Construção no modo Hi-Fi | 12 |
| Edição no modo Hi-Fi | 6 |
| Publicar e ligar domínio próprio | zero |
Agência de viagens é um dos casos em que a plataforma multipágina compensa desde o começo: cada destino ganha a própria página, que é como as pessoas buscam. São 12 créditos pelas três primeiras páginas e 3 por cada página adicional.
O plano gratuito dá 5 créditos e serve para testar. O Pro custa $25 por mês com 200 créditos, o que dá cerca de 16 plataformas multipágina ou 66 edições, folga suficiente para atualizar pacotes toda semana em alta temporada. O Business custa $99 por mês com 800 créditos.
Dá para receber o sinal da viagem pelo próprio site?
Dá, com o Stripe ligado, e esse é o uso mais realista: cobrar o sinal ou a reserva pelo site e negociar o restante pelos canais que a agência já usa. Pacote de viagem tem valor alto e condição negociada caso a caso, então tentar fechar tudo no botão costuma travar a venda em vez de acelerá-la.
Cobrar o sinal online resolve dois problemas de uma vez: separa quem está pesquisando de quem já decidiu e reduz a desistência entre a conversa e o pagamento. O que o site precisa deixar claro é o que o sinal garante, o prazo do restante e a política de cancelamento.
A parte técnica de pagamento está detalhada em a IA consegue criar um site com pagamentos, inclusive o que o Stripe cobre e o que fica por sua conta.
O que o Zugo não faz por uma agência de viagens?
Três limites ditos sem rodeio.
Não existe integração com consolidadora, GDS ou sistema de emissão de passagem. O site não puxa tarifa aérea em tempo real nem emite bilhete, e essa é uma diferença séria em relação a um portal de reservas. O que ele faz é apresentar pacotes e captar o pedido.
Preço não se atualiza sozinho. Câmbio e tarifa mudam, então ou o site trabalha com "a partir de", ou alguém precisa editar os valores. É trabalho de rotina, e cada edição custa 3 créditos.
E gestão interna (proposta, contrato, voucher, financeiro) continua fora. Dá para construir um painel com Supabase por trás, mas por uma sequência de edições, não com um parágrafo. Em produto complexo o Zugo não substitui um time de desenvolvimento.
Qual o primeiro passo?
Reúna o material antes de abrir a ferramenta: três a seis pacotes com roteiro dia a dia, fotos próprias dos destinos, o que inclui e o que não inclui, condições de pagamento, dados da empresa e depoimentos que você já tem no WhatsApp.
Com isso pronto, o prompt sai rápido e a primeira versão nasce completa o bastante para ser mostrada. Toda construção passa por uma verificação em sandbox, então o que não abre vira falha em vez de chegar como página vazia. Comece pelo plano gratuito em zugo.dev, publique e ligue o domínio próprio antes de imprimir qualquer material.