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Como criar um app de lista de tarefas sem código

Como criar um app de lista de tarefas sem código

Você descreve em texto como quer organizar suas tarefas e o Zugo monta o aplicativo: campo de nova tarefa, lista, prazo, prioridade e marcação de concluído. Uma construção custa 6 créditos e sai em cerca de um minuto. O app publicado fica em suastarefas.zugo.run, abre no celular pelo navegador e aceita domínio próprio.

Vale a pena montar o próprio app se já existem dezenas prontos?

Quase todo mundo já testou quatro aplicativos de tarefa e abandonou os quatro. O motivo raramente é falta de recurso, é excesso. O app pronto chega com projeto, etiqueta, subtarefa, integração e notificação, quando você queria uma lista que abrisse rápido e coubesse no seu jeito de trabalhar.

Um app sob medida resolve por subtração. Ele tem os campos que você usa e nenhum a mais, e isso diminui o atrito de registrar a tarefa no momento em que ela aparece. Quem tem rotina própria (obra, consultório, freelancer com vários clientes) costuma organizar por uma regra que não cabe em modelo pronto.

Tem ainda a questão dos dados. Numa ferramenta de terceiros a sua lista mora no servidor de outra empresa, sob os termos dela. No app que você constrói, o banco é seu, o código pode ser exportado para o GitHub e a próxima mudança não depende do roteiro de produto de ninguém.

O que a primeira versão precisa ter?

Cinco coisas, e a lista curta aqui é escolha consciente: aplicativo que nasce grande demora a ficar de pé e quase nunca entra na rotina.

Campo de nova tarefa em cima, sempre visível, sem precisar abrir tela nova. Lista com caixa de marcação, porque riscar item é metade da recompensa. Prazo e prioridade em três níveis. Um filtro simples entre pendentes, feitas e do dia. E a garantia de que fechar o navegador não apaga nada.

Fora dessa lista fica tudo que parece bom no papel e trava a construção: anexo, comentário, recorrência complicada, relatório de produtividade. Essas coisas cabem em edições posteriores, quando você já souber o que realmente usa. Cada edição custa 3 créditos, então evoluir aos poucos é barato e reversível.

Um detalhe que vale pedir desde o começo: campo de anotação livre dentro da tarefa. É ali que a maioria das pessoas escreve o telefone do fornecedor, o número do pedido ou o motivo do adiamento, e sem esse campo a informação acaba em outro lugar.

Como escrever o prompt que gera o app de tarefas?

O Zugo constrói a partir de uma descrição, então escreva como se estivesse explicando o app para alguém que vai montá-lo. Este modelo cobre o essencial:

Crie um aplicativo web de lista de tarefas.
Tela única, uso no celular em primeiro lugar.
Elementos:
1. Campo no topo para escrever a tarefa e botão
   de adicionar.
2. Lista de tarefas com caixa de marcação, texto,
   data de prazo e etiqueta de prioridade
   (alta, média, baixa).
3. Tarefa concluída fica riscada e vai para o fim
   da lista.
4. Filtros: hoje, pendentes, concluídas, todas.
5. Cada tarefa abre um campo de anotação livre.
6. Contador de pendentes no topo.
Guarde os dados de forma que não se percam ao
fechar o navegador.
Visual limpo, fonte grande, botões grandes.

A penúltima linha é a mais importante do prompt inteiro. Sem ela, é comum sair um app bonito que esquece tudo ao recarregar a página, e aí a culpa parece ser da ferramenta quando na verdade foi pedido incompleto. Se preferir não partir do zero, o Zugo traz 25 modelos prontos para adaptar.

Onde as tarefas ficam guardadas: no navegador ou num banco?

Essa decisão define o app mais do que qualquer detalhe visual. São três caminhos, e escolher o maior sem precisar dele é o erro clássico.

Onde ficam os dados Como funciona na prática Quando serve
No próprio navegador A lista fica no aparelho que você usou. Não sincroniza com o celular nem com outro computador Uso pessoal em um único aparelho, teste rápido da ideia
Supabase sem login Os dados vão para um banco de verdade e aparecem em qualquer aparelho pelo mesmo endereço Lista pessoal que você abre no celular e no computador
Supabase com login Cada pessoa entra com e-mail e vê apenas as próprias tarefas Equipe, família, clientes, qualquer caso com mais de uma pessoa

Para uso pessoal em um aparelho só, o primeiro caminho basta e não exige integração nenhuma. Assim que a lista precisa aparecer no celular e no computador, o Supabase entra como banco, e ele também cuida do login quando cada pessoa passa a ter a sua lista.

O terceiro nível é um aplicativo de verdade, com contas e separação de dados, e chega por edições sucessivas em vez de um parágrafo só. A parte de contas está explicada em a IA consegue criar um login, e a parte do banco em a IA consegue criar um app com banco de dados.

Quanto custa em créditos construir e evoluir o app?

O Zugo cobra por ação, e a lista abaixo é praticamente tudo que um app de tarefas consome no primeiro ano.

Ação Créditos
Construção do aplicativo 6
Edição num projeto existente 3
Plataforma multipágina, três primeiras páginas 12
Cada página adicional 3
Construção no modo Hi-Fi 12
Edição no modo Hi-Fi 6
Publicar e ligar domínio próprio zero

O plano gratuito dá 5 créditos, um a menos que uma construção completa, então ele serve para conhecer a ferramenta antes de decidir. O Pro custa $25 por mês com 200 créditos, o que equivale a cerca de 33 construções ou 66 edições, folga suficiente para reconstruir o app do zero algumas vezes até acertar o formato. O Business custa $99 por mês com 800 créditos.

Na prática o consumo cai depois da primeira semana. Você constrói, faz de cinco a dez edições ajustando o que incomoda no uso diário e depois passa meses sem mexer, porque app de tarefa bom é aquele que some do caminho.

Como a lista pessoal vira ferramenta de equipe?

O caminho é sempre o mesmo: primeiro login, depois responsável pela tarefa, depois visão compartilhada. Fazer os três de uma vez costuma dar confusão, porque cada um muda a estrutura dos dados.

Com login ligado, acrescente um campo de responsável e um filtro por pessoa. Isso já resolve equipes pequenas, do tipo escritório com quatro pessoas ou obra com dois encarregados. O que muda a rotina não é o recurso extra, é todo mundo enxergando a mesma lista.

Se a equipe pensa por etapa e não por lista (a fazer, fazendo, feito), o formato de quadro combina mais. Esse caso tem estrutura própria e está descrito em como criar um quadro kanban, inclusive a parte de arrastar cartão entre colunas.

O que o Zugo não faz num app de tarefas?

Três limites, ditos com todas as letras.

Não sai app nativo da loja. O que o Zugo entrega é um aplicativo web, que abre no navegador do celular e pode ser fixado na tela inicial, mas não é publicado na App Store nem na Play Store por aqui. Para a maioria dos usos de lista isso não faz diferença, para notificação empurrada faz.

Não há notificação por conta própria com o app fechado. Lembrete por e-mail dá para montar com o Resend, e lembrete visual dentro da tela também, porém a notificação do sistema operacional é outra história técnica.

E regra de negócio muito específica (cálculo de horas por cliente, aprovação em duas etapas, integração com o sistema que sua empresa já usa) sai por edições sucessivas, não com um único prompt. O Zugo não substitui um time de desenvolvimento em produto complexo, e fingir o contrário só gera frustração no meio do caminho.

Por onde começar hoje?

Antes de abrir a ferramenta, escreva num papel como você organiza suas tarefas hoje: por dia, por cliente, por projeto ou por urgência. Essa frase vira a espinha do prompt e evita construir um app que não combina com a sua cabeça.

Depois construa, use por três dias de verdade e anote o que atrapalhou. Duas ou três edições resolvem quase tudo que incomoda, e toda construção é verificada numa sandbox antes de chegar até você, então o que não abre vira falha em vez de virar página em branco. Dá para começar pelo plano gratuito em zugo.dev e decidir o resto com o app já funcionando.

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