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Como criar um site com IA em 2026 (grátis, sem programar)

Criar um site com IA hoje é conversar, não configurar: você descreve o negócio em português, o Zugo monta as páginas em cerca de um minuto e roda cada build numa sandbox antes de te mostrar, então o selo "verificado" significa que a página realmente carregou e renderizou. Depois é ajuste por mensagem e publicação em um clique. Dá para começar com créditos gratuitos, sem cartão.

O resto deste guia é a parte que interessa: como descrever o site para não vir genérico, o passo a passo dentro do Zugo, o que um site brasileiro precisa ter (WhatsApp e formulário que chega de verdade), como apontar um domínio.com.br e a lista honesta do que a IA não resolve.

Que tipo de site a IA monta bem?

Nem todo pedido tem o mesmo grau de dificuldade. Na prática, quatro formatos saem bem:

  • Landing page. Uma página só, feita para converter: hero, benefícios, prova, preços, FAQ e formulário. É o formato mais confiável e o que fica pronto mais rápido, e o passo a passo dedicado está em como criar uma landing page.
  • Site institucional. Várias páginas ligadas entre si: quem somos, serviços, cardápio, unidades, contato. Bom para salão, barbearia, restaurante, clínica, escritório.
  • Catálogo ou vitrine. Cards de produto com foto, preço e botão de ação. Serve para doceria, brechó, loja de bairro, marca que vende por encomenda.
  • Plataforma de várias páginas. Páginas ligadas, gráficos, banco compartilhado e login de usuário final quando publicado. É o formato mais pesado e o que mais compensa planejar antes.

Se o seu pedido descreve uma plataforma inteira, vale escrever isso desde o começo em vez de pedir uma landing e depois tentar expandir. O Zugo arquiteta página por página quando entende que é uma plataforma; pedindo pouco, ele entrega uma página só e avisa que aquilo é a fase 1.

Como descrever o site sem cair no genérico

Site feito com IA fica com cara de template quando o prompt tem só o ramo do negócio. "Site para salão de beleza" gera um salão de beleza qualquer. O que tira do genérico é especificidade que só você tem.

Um prompt bom responde cinco coisas: que negócio é, para quem, o que a pessoa deve fazer na página, quais seções existem e qual é o clima visual.

Um exemplo, do jeito que se escreve de verdade:

Site do Studio Lótus, salão de beleza em Pinheiros, São Paulo, focado em corte e coloração. Público de 25 a 45 anos que agenda pelo celular. Objetivo: fazer a pessoa chamar no WhatsApp. Seções: capa com botão de WhatsApp, lista de serviços com preços, três cabeleireiras com foto e tempo de profissão, depoimentos, horário de funcionamento, endereço com mapa e formulário de contato. Clima terroso e claro, tipografia serifada, muito espaço em branco.

Repare que nada ali é técnico. São decisões de negócio escritas em português comum. Endereço, faixa de público, objetivo da página e clima visual são exatamente o que diferencia um site que parece seu de um site que parece de qualquer um.

Três erros que aparecem sempre:

  • Adjetivo no lugar de conteúdo. "Moderno, profissional e impactante" não descreve nada. "Fundo escuro, foto grande, um botão só" descreve.
  • Deixar o objetivo implícito. Se você não disser o que a visita deve fazer, a página vira folheto. Diga: chamar no WhatsApp, preencher formulário, comprar, agendar.
  • Pedir tudo numa mensagem só. Monte o esqueleto, veja, e aí ajuste. Cada mensagem curta é mais fácil de avaliar do que um pedido gigante.

Escolher a direção de design antes de montar

Em vez de sortear um visual e torcer, o Zugo pode propor direções de design a partir do seu texto: combinações diferentes de paleta, tipografia e ritmo de layout. Você escolhe uma e só então ele monta. Isso corta a parte mais cara do ciclo, que é receber um site inteiro no estilo errado e ter que refazer.

Se o seu prompt já descreve o visual com clareza ("terroso e claro, serifada"), o Zugo entende que a decisão já foi tomada e vai direto ao build.

Passo a passo no Zugo

1. Escreva o brief. As cinco perguntas da seção anterior, em duas ou três frases.

2. Use o modo Plano. Antes de escrever código, o Zugo devolve a estrutura pretendida: quais páginas, quais seções, qual ângulo do texto. Ler o plano custa um minuto e evita um build inteiro no caminho errado.

3. Escolha a direção de design. Quando as opções aparecerem, pegue a que combina com o negócio, não a mais bonita fora de contexto.

4. Acompanhe o log ao vivo. Dá para ver o que está sendo montado, e cada etapa vira um checkpoint ao qual você pode voltar.

5. Receba o build verificado. A sandbox roda a página antes de você ver. "Verificado" quer dizer carregou e renderizou, não "o código parecia certo".

6. Ajuste conversando. "Diminui o espaço acima dos preços", "troca o depoimento do meio", "põe o botão de WhatsApp fixo no rodapé no celular". Cada ajuste roda e verifica de novo.

7. Publique. Um clique e o site vai ao ar em seunegocio.zugo.run. O endereço é editável, então dá para ajustar o subdomínio.

Se preferir partir de algo pronto, existem 25 templates para clonar e editar, entre landings, sites institucionais, vitrines e apps. Clonar costuma ser o jeito mais rápido de entender o ciclo.

O que um site brasileiro precisa ter

Três itens fazem quase toda a diferença de conversão por aqui, e todos entram por texto.

Botão de WhatsApp. No Brasil, a maior parte do contato de pequeno negócio acontece no WhatsApp, não por e-mail. Peça: "botão de WhatsApp na capa e fixo no rodapé no celular, que abre a conversa com o número 11 9xxxx-xxxx com a mensagem 'Oi, vim pelo site e queria agendar'". Isso vira um link wa.me com a mensagem já preenchida: mecânica simples e a que mais rende.

Formulário que chega de verdade. O formulário de contato do Zugo não é decorativo: ele guarda a mensagem e avisa o dono por e-mail. Se você quiser que esse e-mail saia do seu próprio domínio em vez de um remetente genérico, conecte o Resend com a sua chave e seu domínio verificado.

Analytics. O conector do Google Analytics liga o GA4 ao site publicado, então dá para saber de onde vem a visita antes de gastar em anúncio. Para cobrança, o conector do Stripe aceita pagamento por link de pagamento.

Vale uma observação honesta sobre dados: o banco compartilhado (Zugo Cloud) é real no site publicado: os registros persistem entre visitantes. Dentro do preview do builder, os dados ficam só no seu navegador. E o Zugo não consulta APIs externas nem puxa dados de terceiros ao vivo: nada de raspar preço de concorrente ou puxar feed de fora.

Domínio próprio: apontando um.com.br

O endereço .zugo.run funciona e é público, mas negócio sério normalmente quer o domínio próprio. No plano Pro você adiciona o domínio no painel do projeto e o Zugo mostra os dois registros DNS que precisam existir: um registro A na raiz e um CNAME no www.

Esses dois valores você cola no painel de quem hospeda seu domínio: Registro.br, se for um .com.br comprado direto, ou GoDaddy, HostGator, Hostinger, Cloudflare, tanto faz. Depois o Zugo verifica sozinho se o DNS está apontando de fato. A propagação leva de alguns minutos a algumas horas, e nesse intervalo o endereço .zugo.run continua no ar normalmente. O passo a passo detalhado, com os dois registros e os erros mais comuns de DNS, está no guia sobre domínio próprio no construtor.

Os limites honestos

Coisas que um builder de IA não é o melhor caminho:

  • Blog com centenas de posts e time editorial. Se a operação é publicar conteúdo todo dia com vários autores e fluxo de aprovação, você quer um CMS de verdade.
  • E-commerce com estoque, frete e nota fiscal. Vitrine com carrinho e link de pagamento, sim. Integração de logística, cálculo de frete por CEP e emissão de NF-e é outro tipo de sistema. Onde exatamente passa essa linha está detalhado em construtor com IA funciona para e-commerce.
  • Qualquer coisa que dependa de dado externo ao vivo. Cotação, feed de terceiros, mapa que consulta API paga. Não é o que esse caminho entrega, e prometer isso seria mentira.

Fora essas três, a maior parte do que um pequeno negócio precisa de site cabe tranquilamente aqui. E se o projeto crescer além do builder, o export para o GitHub gera um repositório normal que qualquer desenvolvedor abre e continua, ou você manda direto para a sua conta na Vercel. Você não fica preso.

Quanto custa

Começar é grátis: os créditos iniciais saem sem cartão e dão para montar e publicar um primeiro site. O Pro custa US$ 25 por mês, traz 20.000 créditos, projetos ilimitados, créditos que não se perdem no mês seguinte e domínio próprio. O Business é US$ 99 por mês com 80.000 créditos, assentos para o time e build prioritário. Há também pacotes avulsos a partir de US$ 10, sem assinatura, e crédito comprado não expira.

Um aviso para evitar surpresa na fatura: a cobrança é em dólar, no cartão, então o valor em real depende do câmbio e do IOF do seu banco. Os números estão na página de preços.

O que confunde na primeira semana não é o preço do plano, é o consumo por ação. Cada coisa que você pede tem um custo fixo, e é isso que decide quanto rende um mês:

Ação dentro do builder Custo em créditos O que isso dá dentro dos 200 do Pro
Montar uma página (landing, institucional de uma página, vitrine) 600 cerca de 33 builds no mês
Montar uma plataforma de várias páginas 12 pelas três primeiras páginas cerca de 16 plataformas no mês
Cada página a mais na mesma plataforma 3 por página soma em cima das três primeiras
Ajuste por mensagem ("deixa o cabeçalho mais escuro") 3 por ajuste cerca de 66 ajustes no mês
Modo Hi-Fi, com acabamento visual mais caro dobra: 12 no build, 6 no ajuste metade do volume da linha equivalente

Repare no valor do ajuste: são 300 créditos, não 100. O número antigo ainda circula em material desatualizado, e quem planeja o mês em cima dele erra a conta por três vezes. Na prática, um site institucional de três páginas com meia dúzia de ajustes cabe folgado no plano Pro, e o formato que mais come crédito não é a página, é a indecisão: cada volta de "melhor não, volta como estava" custa o mesmo que uma melhoria de verdade.

O jeito mais honesto de avaliar é testar com o seu próprio negócio. Abra o Zugo, escreva o brief do seu salão, restaurante ou serviço e veja o primeiro build verificado voltar. Se o que você quer montar é um jogo, o caminho está em como criar um jogo com IA. Para quem lê inglês, vale o guia irmão how to make a website with AI e o específico de landing pages.

Perguntas frequentes

Dá para criar um site com IA de graça?

Para começar, dá. O Zugo libera créditos iniciais sem pedir cartão, o suficiente para descrever o site, escolher o design, montar e publicar num endereço tipo seunegocio.zugo.run. Domínio próprio e volume maior entram no plano Pro, US$ 25 por mês, cobrado em dólar no cartão.

Preciso saber programar para fazer um site com IA?

Não. Você descreve o site em português e ajusta por mensagem, tipo \"deixa o cabeçalho mais escuro\" ou \"adiciona uma seção de preços\". O Zugo escreve e verifica o código, e você não precisa abrir nenhum arquivo em momento nenhum.

Quanto tempo leva para montar um site com IA?

Uma landing page simples fica pronta em cerca de um minuto, e um site de várias páginas leva alguns minutos. Você acompanha pelo log ao vivo, e o build só recebe o selo de verificado depois de carregar e renderizar de verdade.

Dá para usar meu domínio .com.br no site feito com IA?

Dá, no plano Pro. Você adiciona o domínio no painel do projeto e o Zugo mostra o registro A e o CNAME para colar no seu registrador, seja Registro.br, GoDaddy ou HostGator. A propagação costuma levar de alguns minutos a algumas horas.

O site tem botão de WhatsApp e formulário que funciona?

Tem. O botão de WhatsApp é um link wa.me que abre a conversa direto com o seu número, e o formulário de contato guarda a mensagem e avisa você por e-mail. Para o e-mail sair do seu próprio domínio, dá para conectar o Resend com a sua chave.

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